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Quarto corpo é encontrado na BR-174 e polícia investiga se é de foragido

A polícia não confirma que os corpos pertençam aos foragidos e só poderá fazer qualquer afirmação sobre o fato, após a identificação dos familiares no IML 14/07/2013 às 14:35
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O corpo estava em estado avançado de decomposição e foi encontrado no KM 8, no ramal Cláudio Mesquita
Bruna Souza Manuas, Am

Em menos de 24 horas, quatro corpos foram encontrados nas imediações da BR-174. O quarto cadáver a ser removido pelo Instituto Médico Legal (IML) estava em estado avançado de decomposição e foi encontrado no KM 8, no ramal Cláudio Mesquita. A equipe de reportagem de A CRÍTICA que passava pela área foi comunicada por moradores que haviam identificado o local onde estavam os restos mortais do homem no fim da manhã deste domingo (14) e posteriormente acionou a polícia.

Mais três corpos foram encontrados em ramais das proximidades do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), onde ocorreu uma rebelião na última terça-feira (9) e ocasionou a maior fuga de detentos registrada no sistema penitenciário do Amazonas, com 176 foragidos.

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o primeiro corpo foi encontrado às 18h de sábado (13), no KM 2, também do ramal Cláudio Mesquita, localizado no Km 8 da rodovia. O segundo corpo foi encontrado no KM 8 do ramal Tarumã Açú situado no Km 14 da BR-174.

O primeiro corpo foi encontrado no Km 21 da mesma rodovia na tarde de sábado (13), com marcas de tiros pelo corpo. Segundo o laudo do IML, o homem que não está identificado morreu depois de sofrer uma hemorragia causada pelos ferimentos, principalmente no abdômen da vítima. O acusado também não foi identificado.

O registro de encontros de cadáveres na área da unidade prisional levanta a suspeita de que os corpos possam pertencer aos detentos que fugiram durante a rebelião no presídio. De acordo com o coronel PM Amadeu Soares, a polícia recapturou 96 dos 176, sendo que 80 continuam foragidos. A polícia não confirma que os corpos pertençam aos foragidos e só poderá fazer qualquer afirmação sobre o fato, após a identificação dos familiares no IML.

* Colaborou a repórter Jéssica Vasconcelos

** Confira mais informações na edição impressa do Jornal A Crítica desta segunda-feira (16)

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