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Quatro presos do Ipat são ameaçados de morte e novamente transferidos em Manaus

Eles foram ameaçados por detentos da cadeia pública que não aceitavam a transferência deles. Um grupo de 108 detentos do Ipat foi retirado do local após rebelião ocorrida neste sábado (24) 25/08/2013 às 21:04
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Os presos foram transferidos pela polícia neste domingo (25)
ACRITICA.COM* Manaus (AM)

Quatro detentos do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), em Manaus, foram transferidos novamente de presídio na tarde deste domingo (25). Eles foram alocados primeiramente na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa durante a madrugada, mas receberam ameaças de morte dos presos do local. A polícia transferiu 108 presos do Ipat para outros presídios na cidade após rebelião ocorrida nesse sábado (24).

Os presos ameaçados de morte são José Cristian da Silva, Andrey Chaves de Moura Costa, Francisco Aldamir Rodrigues de Freitas e Márcio Antônio de Lima Paes. Agora eles serão levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP), localizado na rodovia federal BR-174. Os 108 presos do Ipat foram transferidos para a cadeia pública, para a Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e para o CDP.

Para a cadeia pública foram levados 34 detentos, restando agora apenas 30 após a transferência dos quatro ameaçados. Segundo a polícia, os presos da Vidal Pessoa disseram que fariam motim porque não concordavam com a transferência dos 34 homens, mas eles ameaçaram de morte diretamente os quatro: José Cristian, Andrey, Francisco Aldamir e Márcio Antônio.

Rebelião

O motim no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) resultou na morte do preso Marcos Martins de Carvalho, 27. Cinco detentos e cinco agentes de disciplina que ficaram reféns acabaram feridos. O confronto no Ipat ocorreu entre membros dos pavilhões A, B e C.

Um princípio de tumulto também ocorreu na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) durante a madrugada deste domingo (25). Segundo informações da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus), dois detentos iniciaram uma confusão e ameaçaram tomar familiares de presos rivais como reféns quando houvesse a visita. Eles foram agredidos e um deles não resistiu aos ferimentos e morreu.

*Leia mais informações na edição impressa do Jornal A Crítica dessa segunda-feira (26)

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