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Manaus
ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA

Ramal do Cetur sofre com falta de pavimentação, na Zona Oeste de Manaus

A área, de acordo com a população, enfrenta vários problemas, dentre os quais pavimentação ruim, falta de iluminação pública, segurança e transporte. 20/06/2017 às 22:21
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Estrada do Cetur está com o pavimento em péssimas condições e faltam calçadas para a segurança dos pedestres. Foto: Clovis Miranda
Silane Souza Manaus

Reivindicar melhorias para a comunidade  perante os órgãos públicos é um dos principais objetivos da Associação de Moradores do Cetur (AMC), criada  pelos moradores da estrada do Cetur, localizada no bairro Tarumã, Zona Oeste. A área, de acordo com eles, enfrenta vários problemas, dentre os quais  pavimentação ruim, falta de  iluminação pública, segurança e transporte.

Para os moradores, esta é uma forma de  cobrar das autoridades os direitos  da população. A comerciante Jean Neide Santana Costa, 53, salienta que no Cetur, as pessoas pagam um Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) caríssimo e não tem nenhum retorno. “Basta olhar a rua principal cheia de buracos e nenhuma das secundárias tem asfalto. O coletivo passa umas quatro vezes ao dia só”, comentou. Jean Neide mora na estrada do Cetur há quase 20 anos e aponta que a única melhoria significante que a comunidade ganhou nesse período foi uma escola da rede municipal de ensino. Porém, a unidade não tem uma quadra esportiva coberta e as crianças participam das atividades de educação física praticamente sob sol e chuva. “Essas crianças precisam de um espaço melhor para estudar”, aaliou.

Embora, a região conte com distribuição de energia elétrica, Neide diz que o serviço  é muito precário. A família dela teve que comprar um gerador para não ter prejuízos com o comércio. Outro problema é a falta de uma rede de água. “Quem não tem poço artesiano usa água da chuva e da escola porque não há rede”, afirmou destacando a necessidade de haver também uma casa de saúde no local.

A ideia da Associação de Moradores do Cetur, conforme o vice-presidente da entidade, Marcos Cortinhas, é atrair a comunidade a participar dos problemas e decisões que serão tomadas em benefícios dela própria e também das localidades de seu entorno. “Vamos lutar por toda a área porque o Cetur faz parte de um contexto geral: o Tarumã, que vem sofrendo ações que não são tomadas pelo poder público”, disse.

Visibilidade imediata
 Marcos Cortinhas destacou que a finalidade da associação é sanar situações que o poder público está deixando a desejar. Para isso, um dos primeiros passos é tornar a entidade conhecida pela população daquela região para que esta ganhe mais força na busca de melhorias para as comunidades.

 

 

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