Publicidade
Manaus
Manaus

Restos mortais de universitária que desapareceu em 2014 são encontrados no Tarumã

Suspeita da família é que o crime tenha sido passional, após a jovem ter se envolvido em um triângulo amoroso 14/05/2015 às 17:56
Show 1
Taitiane do Nascimento Santos desapareceu no dia 15 de setembro de 2014
Édria Caroline Manaus (AM)

Os restos mortais da universitária Taitiane do Nascimento Santos foram encontrados no último dia 16 de abril, na Rua Sócrates, no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus. 

O corpo foi identificado após equipes da Delegacia Especializada em Ordem Política e Social (Deops) saberem que haviam sido encontrados restos mortais e que estariam no Instituto Médico Legal (IML).

“Coletamos a arcada dentária para análise e entramos em contato com a dentista da Taitiane, onde foi constatada a identidade da ossada encontrada”, disse a delegada Catarina Saldanha, titular da Deops.

Delegada Catarina Saldanha (Aguilar Abecassis/Freelancer)

A delegada ainda explicou que o laudo saiu na semana passada, mas por conta de uma série de procedimentos emergenciais, ainda não podia ser divulgado. No laudo ainda consta uma perfuração no crânio, o que comprova que Taitiane foi morta com um tiro.

“Agora o inquerito será encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que dará continuidade as investigações”, concluiu a delegada.

Desaparecimento

Taitiane do Nascimento Santos, que na época tinha 26 anos, desapareceu no dia 15 de setembro do ano passado. Desde então, a suspeita da família da vítima é de que ela tivesse sido vítima de um crime passional, após se envolver em um triângulo amoroso com uma colega de faculdade e o marido da amiga.

A vítima era casada e sumiu em Manaus após voltar da casa do marido, no município de Manacapuru. Ela morava em Manaus, onde estudava e fazia estágio. Nos fins de semana, ela voltava para o município de Manacapuru, onde ficava com o marido e cuidava de um restaurante, que pertencia ao casal. Ela estava desaparecida há 7 meses e sua irmã, Bibiane Nascimento, chegou à ir até Brasília, na Secretaria de Políticas para Mulheres cobrar agilidade nas investigações.

Publicidade
Publicidade