Quarta-feira, 26 de Junho de 2019
Manaus

Revitalização de trecho entre Manaus Moderna e Adolpho Lisboa é adiada

Negociação com banco federal demora e ação ficará para o próximo ano



1.jpg Revitalização incluirá o ordenamento do trânsito e recuperação das calçadas
28/11/2013 às 10:23

Os trâmites para a revitalização da avenida Lourenço da Silva Braga, no trecho entre a feira Manaus Moderna e o mercado municipal Adolpho Lisboa, no Centro, ainda aguarda liberação da Caixa Econômica Federal, responsável pelo financiamento, para ter a licitação lançada.

Inicialmente prevista para ser entregue até o final do ano, a obra deverá ser iniciada no primeiro semestre de 2014, segundo o Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb). O início do período de chuvas também influenciou no prazo, segundo o órgão.

A prefeitura chegou a anunciar que os trabalhos seriam iniciados logo após a inauguração do mercado Adolpho Lisboa, realizada no dia 24 de outubro. O custo estimado é de R$ 1 milhão.

Há duas semanas, arquitetos do Implurb, que atuaram no desenho do projeto, participaram de reunião na Caixa para atender alguns ajustes do projeto exigidos pela Caixa Econômica.

A reforma integra o conjunto de ações para revitalizar todo o entorno do mercado Adolpho Lisboa e tornar a área atrativa a turistas e à própria população.

As fachadas de prédios das vias adjacentes como por exemplo, na rua dos Barés e Barão do São Domingos, também serão reformadas. A principal intervenção será realizada com pintura e restauro.

O projeto de reforma da orla prevê o reordenamento do trânsito, demarcação de faixas de tráfegos de veículos e de estacionamento público. Além disso, haverá delimitação do tipo de veículo que poderá trafegar parar e estacionar na área, tanto pesados quanto leves, além de faixas de pedestres com travessia programada em alguns pontos da avenida Lourenço da Silva Braga.

Filas duplas
No local, as filas duplas ainda prevalecem, nos dois lados da pista, tanto de carros comuns, como de táxis-frete e caminhões de menor porte, conforme constatou a reportagem ontem pela manhã. Essa foi a maneira encontrada por muitas distribuidoras para driblar a Zona Máxima de Restrição de Circulação (ZMRC) que limita o tráfego de carretas e caminhões acima de oito toneladas de segunda a sexta-feira, de 6h às 20h e aos sábados de 6h às 17h.

A lei está em vigor desde abril e inclui outras 13 vias da região central da cidade. A multa é de R$ 85,13, além da perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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