Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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JULGAMENTO

Saiba como funciona o julgamento do ‘caso Oscar Cardoso’ no Tribunal do Júri

O narcotraficante “João Branco” será ouvido por videoconferência, enquanto os outros quatros acusados sentarão no banco de réus


25/08/2017 às 13:02

O julgamento do “Caso Oscar Cardoso” começou na manhã desta sexta-feira (25) em Manaus, no 2º Tribunal do Júri, no Fórum Ministro Henoch Reis. Com acesso restrito e sendo proibida a presença de celulares, câmeras de vídeo ou fotográfica, uma imagem que reproduz a organização e o funcionamento do júri foi divulgada pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). O julgamento deve durar pelos próximos três dias, ate domingo (27).

Banco de réus

Ao todo, cinco réus são julgados: o principal deles é o narcotraficante João Pinto Carioca, o “João Branco”, que está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, e será julgado por videoconferência. Os outros réus são Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará” – que estava preso na Penitenciária Federal de Mossoró, em RN, e foi trazido a Manaus para ser julgado presencialmente – e também Messias Maia Sodré, Diego Bruno de Souza Moldes e Mário Jorge Nobre de Albuquerque, o “Mário Tabatinga”.

Sete jurados

O júri popular é formado por sete jurados, quatro homens e três mulheres sorteados, que se posicionaram em duas bancadas, sentados de frente para os réus e do lado oposto do Plenário Juiz Luiz Augusto Santa Cruz Machado. O colegiado de jurados deverá, ao final da acusação e da defesa, declarar se o crime em questão aconteceu e se o réu é culpado ou inocente. A identidade dos jurados não é divulgada para preservá-los.

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Advogados de defesa

Atrás do banco de réus estão os defensores de cada um dos cinco réus: o advogado José Maurício Neville de Castro Junior defende “João Branco”; o advogado Eguinaldo Moura defende “Marcos Pará”; o defensor público Wilsomar de Deus Fereira faz a defesa de Messias Sodré; os advogados Davi de Oliveira e Jennifer de Oliveira fazem a defesa de Diego Bruno; e os advogados Paulo Trindade e Aldo Raphael Mota fazem a defesa de “Mário Tabatinga”.

Mesa central

Na mesa central do plenário permanecem o juiz Anésio Rocha, que preside o julgamento, e três promotores de justiça do Ministério Público do Estado que fazem a acusação: Edinaldo Aquino Medeiros, Geder Mafra Rocha e Luiz Lobão. Os acusadores vão tentar sustentar a denúncia de acusação contra os cinco réus com base elementos, provas e depoimentos.

Interrogados

Ao lado da mesa central e da bancada de defesa permanecem as pessoas que devem ser interrogadas pelos advogados de defesa e pela acusação: dez testemunhas foram convocadas para depor, sendo duas confidenciais. Entretanto, somente sete testemunhas compareceram ao Fórum Ministro Henoch Reis.

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