Sábado, 20 de Abril de 2019
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TRANSFERÊNCIA

Seap anuncia que vai transferir 192 presos da Cadeia Pública até o dia 15 de maio

De acordo com o secretário do órgão, Cleitman Coelho, todos os detentos devem ser transferidos para o Centro de Detenção Provisória Masculino II, que tem inauguração prevista para maio


12/04/2017 às 12:01

Três meses após a série de mortes nos presídios da capital, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) anunciou que vai transferir até o dia 15 de maio os 192 presos que hoje se encontram na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, no Centro. A informação foi dada nesta quarta-feira (12) pelo secretário do órgão, Cleitman Coelho. Segundo ele, a data definitiva foi assinada em termo entre o Governo e o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

De acordo com o secretário, todos os detentos devem ser transferidos para o Centro de Detenção Provisória Masculino II (CDPM II), previsto para inaugurar no próximo mês em Manaus.

“O presídio está com um pavilhão pronto com 240 vagas. Atualmente a Vidal tem 192 internos. Eles virão para o CDPM II e as obras continuarão para que em setembro possamos inaugurar por completo o novo presídio de presos provisórios”, declarou.

Em coletiva de imprensa, o titular do órgão ainda falou que a construção de dois presídios está em fase de licitação, sendo um deles em Manacapuru e outro em Parintins. Depois da fase, a secretaria tem um ano e dois meses para construir os novos complexos prisionais.

“O processo licitatório está na CGL (Comissão Geral de Licitação) para que seja lançado o edital da licitação pra que as empresas se habilitem essas duas cadeias”.

Além disso, o secretário informou que com o repasse de R$ 52 milhões do Governo Federal, está licitando aquisição de tecnologia para evitar a entrada de objetos ilícitos nas cadeias e aparelhamento para bloqueio de celular.

Cadeia Pública

Os detentos que estão na Cadeia Pública, a qual foi desativada em outubro do ano passado, foram transferidos do Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM), Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e também do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat). Eles são apontados como integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A transferência foi determinada pela Seap como forma de isolar os membros do PCC dos rivais da Família do Norte (FDN), facção apontada como a responsável pelo massacre ocorrido no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) e na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) em janeiro.

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