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Seap faz revista preventiva em Cadeia Pública Raimundo Vidal, no Centro de Manaus

Do local, que hoje possui 730 homens presos, foram retirados celulares, armas brancas, dinheiro, droga e outros materiais ilícitos encontrados. A ação foi realizada pela Coordenação do Sistema Prisional  07/11/2015 às 11:44
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Nos três pavilhões da unidade foram achados 97 celulares, 33 estoques facas, 8 tesouras, uma quantia em dinheiro de R$ 767
acritica.com ---

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) realizou, na manhã desta quinta-feira (5), uma revista na Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa (CPDRVP), no Centro de Manaus. Do local, que hoje possui 730 homens presos, foram retirados celulares, armas brancas, dinheiro, droga e outros materiais ilícitos encontrados. A ação foi realizada pela Coordenação do Sistema Prisional (Cosipe).

O coordenador do sistema prisional, Major Lima Júnior, comandou a ação que começou por volta das 6h da manhã. Ao todo, 52 pessoas entre agentes penitenciários, agentes da Umanizzare Gestão Prisional e equipes do Cosipe realizaram os procedimentos. Uma equipe de seis policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) e o Canil da Polícia Miliar (PM) deram apoio.  

De acordo com Lima Júnior, a revista é uma medida preventiva, para organizar a cadeia, que desde outubro tem um novo diretor, o agente penitenciário Oziel Firmino. "É uma ação totalmente preventiva. Não existe uma ameaça de rebelião ou qualquer coisa parecida, estamos apenas organizando a cadeia”, disse.

Essa foi a primeira revista realizada pela Seap na gestão do secretário de estado de Administração Penitenciária, Pedro Florêncio, que esteve no local durante o procedimento e conversou com as equipes de trabalho e com os detentos. “Sempre vamos entrar em cadeia, mas vamos fazer isso de forma respeitosa, sem agressão. Nós queremos fazer um trabalho de mais qualidade e mais eficiente”, ressaltou.

Durante a revista não foi necessário o uso de força policial, e o Batalhão de Choque não precisou ser acionado. Pedro Florêncio ressaltou que esse é um diferencial da nova administração e que pretende tornar a presença do Choque mais esporádica. “Nosso objetivo é conseguir resolver tudo na conversa. Hoje conversamos com as lideranças e eles saíram sem precisar de força policial. Vasculhamos as celas, sem desrespeitar o espaço em que os presos vivem e sem destruir os pertences que eles têm permissão para ter aqui dentro”, lembrou o secretário.

Nos três pavilhões da unidade foram achados 97 celulares, 33 estoques facas, 8 tesouras, uma quantia em dinheiro de R$ 767. Cerca de 100 porções de substância entorpecente, 25 garrafas de Skarloff, pedaços de ferro que poderiam ser utilizados como armas, relógios, cordões e carregadores de celular também foram retirados. 

*Com informações da assessoria de comunicação

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