Terça-feira, 19 de Novembro de 2019
EDUCAÇÃO

Seduc inicia estudo do calendário de reposição de aulas na rede pública do AM

Planejamento acontece após fim da greve dos professores, que terminou nesta semana. Medida vai atingir escolas que paralisaram as atividades parcialmente e totalmente



professores_939E292D-CD34-4CB9-8062-C566119591C7.jpg Foto: Arquivo/AC
27/05/2019 às 11:55

O trabalho para definir o calendário de reposição de aulas na rede pública vai começar nesta segunda-feira (27), informou a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O planejamento acontece após 41 dias de greve por parte dos professores, que terminou nesta semana. A medida vai afetar as escolas que paralisaram as atividades parcialmente e totalmente, entretanto, não valerá para as escolas que funcionaram 100%.

Segundo a Seduc, após a elaboração da proposta, serão realizadas reuniões com representantes das categorias e técnicos para definir as melhores condições de reposição. Os técnicos administrativos não aderiram à greve e temem o risco de dar expediente nos dias de reposição.



O órgão informou ainda que todo o processo deverá ser apreciado e deliberado pelo Conselho Estadual de Educação, conforme determina a lei. “O objetivo da secretaria é,  juntamente com as categorias, definir um calendário de reposição eficaz e que represente a recuperação dos dias letivos perdidos”, disse a Seduc em nota.

Fim da greve

A greve dos professores e trabalhadores da Educação chegou ao fim na última sexta-feira (25) após Assembleia Geral realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam).

Na última quinta, a Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM) aprovou por unanimidade o Projeto de Lei (PL) n° 293/2019, que reajusta em 4,73% a remuneração de todos os servidores da educação no Amazonas, retroativo a 1º de março de 2019.

Além disso, aprovou a extensão do vale-transporte para servidores de 40h e 60h; aumento no auxílio-localidade de R$ 80 para trabalhadores da sede e R$ 120 para os da zona rural; reajuste no vale alimentação de R$ 450 para todos os servidores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc); pagamento das progressões horizontais e verticais; desistência, por parte do governo, da ação judicial contra sindicato e trabalhadores; e a elaboração de um calendário único para reposição das aulas.

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