Domingo, 21 de Abril de 2019
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SEM PRAZO

Segunda etapa de intervenção viária da Prefeitura no São Jorge fica só no papel

O projeto incluía a retirada de 600 metros de canteiro central da avenida São Jorge para que a via tivesse trecho em mão única. Prefeitura diz que aguarda resposta do Exército para seguir obra


15/03/2019 às 21:49

A segunda fase de uma intervenção viária no bairro São Jorge, Zona Oeste, que melhoraria o fluxo de veículos próximo ao Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), é mais um dos projetos parados da Prefeitura de Manaus. A obra foi anunciada pelo poder municipal e começaria a ser feita assim que a alça do retorno da avenida Jacira Reis (primeira fase) fosse finalizada, o que aconteceu ainda em 23 de outubro de 2017.

Segundo publicação do site da Prefeitura, a alça viária na Jacira Reis seria a primeira etapa de "sequência de alterações" que iriam melhorar a fluidez no trânsito. O poder municipal também informou na notícia que após a conclusão da primeira etapa do projeto, os trabalhos seguiriam para avenida São Jorge, próximo ao Cigs. No entanto, as atividades continuam ainda com o status de "previstas" anos depois.

Esta etapa, segundo a Prefeitura, incluiria a retirada de 600 metros de canteiro central da avenida São Jorge. Conforme o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans), a avenida ficaria em mão única do Cigs até a Jacira Reis, no sentido Centro/Bairro. O sentido em direção ao Centro seria pelas avenidas Ipase e Compensa.

As fases do projeto seriam executadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) em parceria com a Unidade Gestora de Abastecimento de Energia Elétrica (UGPM-Energia), Companhia de Gás do Amazonas (Cigás) e Manaus Ambiental.

Obra parada

A Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) informou que a segunda parte da intervenção viária no bairro São José está aguardando um posicionamento do Exército Brasileiro, pois há necessidade de alinhar o tráfego no entorno, onde há edificações de responsabilidade da instituição. Este diálogo está sendo conduzido pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf).

Questionada pela reportagem se foram realizados estudos para a produção do projeto e quanto o procedimento custou aos cofres municipais, a Semcom disse que a viabilidade das etapas do projeto foi estudada, mas não revelou os valores.

A Prefeitura também completou que a primeira etapa da obra foi realizada por administração direta, dentro do próprio orçamento da Seminf, e como a obra da segunda etapa ainda não foi executada, não há custos. A reportagem procurou a assessoria de imprensa do Cigs e aguarda posicionamento sobre o caso.

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