Publicidade
Manaus
Manaus

Sem glamour, Marcelaine Schumann depõe perante o Tribunal do Júri nesta sexta (6)

Marcelaine estava vestindo o uniforme de detenta, calça azul e blusa amarela e sandália de dedo, bem diferente de como se apresentou à polícia em janeiro 07/03/2015 às 11:47
Show 1
Marceleine Schumam chegando para depor pela primeira vez em juízo, nesta sexta-feira (6), no Fórum Henoch Reis
Joana Queiroz Manaus (AM)

A socialite Marceleine Schumann, suspeita de mandar matar rival em um triângulo amoroso em novembro de 2014, foi ao Fórum Henoch Reis na manhã desta sexta-feira (6) para prestar seu depoimento sobre o caso em Juízo.

Marcelaine estava vestindo o uniforme de detenta, calça azul e blusa amarela e sandália de dedo. Seus cabelos estavam desalinhados, com as raízes pretas, e suas unhas não estavam pintadas.

A visão foi um choque pois, quando se apresentou à polícia para ser presa no mês de janeiro, Marcelaine chamou a atenção por cabelos escovados e loiros, unhas pintadas e óculos escuros.


Audiência

Ela foi ouvida pelo juiz Mauro Antony na 3ª Vara do Tribunal do Júri, juntamente com Denise Almeida da Silva e Marcos Souto, os outros envolvidos no triângulo amoroso. Marcos saiu da audiência detido por falso testemunho.

Os demais réus Charles ‘MacDonald’ Lopes Castelo Branco, Karen Arévalo Marques e Rafael Leal dos Santos também foram interrogados pelo juiz no decorrer desta sexta-feira.


O caso

Marcelaine é considerada a mentora da tentativa de homicídio contra Denise ocorrida no dia 12 de novembro do ano passado no estacionamento de academia Cheik Club, localizada no Centro, Zona Sul de Manaus.

A trama foi revelada pelos suspeitos “Salsicha” autor dos disparos; "Mac", que fez a intermediação do crime entre Salsicha e Marcelaine; e Karen, que arrumou a arma.

"Mac" confessou que conheceu Marcelaine quando trabalhava como promotor de vendas no Studio 5. Segundo ele, Marcelaine lhe ofereceu R$ 7 mil para assassinar Denise ou deixá-la aleijada. O mesmo chamou Salsicha e lhe ofereceu R$ 3,5 e este topou fazer o “serviço”. O atirador procurou Karen dizendo que precisava de uma arma de fogo e ela conseguiu o revólver por R$ 200.

Publicidade
Publicidade