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Semmas realiza operação contra a poluição sonora em lojas do Centro de Manaus

A ação foi a primeira de caráter repressivo contra a polução sonora realizada este ano pela Semmas, na área comercial do Centro. Os lojistas autuados receberam multas que variaram de 54 UFMs (Unidades Fiscais do Município), o equivalente a R$4 mil, chegando a 100 UFMs, algo em torno de R$ 7 mil 13/04/2013 às 16:40
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A ação foi à primeira de caráter repressivo realizada este ano pela Semmas na área comercial do Centro
acritica.com Manaus, AM

Na manhã deste sábado (13), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) realizou uma operação contra a poluição sonora. Na ocasião, cinco estabelecimentos comerciais do Centro de Manaus foram autuados e houve a apreensão de equipamentos de som, entre caixas amplificadoras, mesas som e caixas de retorno.

A ação foi a primeira de caráter repressivo realizada este ano pela Semmas, na área comercial do Centro. Até então, a secretaria vinha realizando um trabalho de sensibilização dos lojistas quanto à necessidade de uso correto do som ambiente no interior das lojas, com modulação e posicionamento correto das caixas acústicas, dentro do limite de 55 decibéis. Durante o período de conscientização realizada pelo órgão, 24 notificações e 60 abordagens foram feitas.

 “Agora, não há justificativas. Foram dois meses e meio fiscalizando e orientando”, afirmou o subsecretário da Semmas, Francimar Mamed, que acompanhou o trabalho da fiscalização.

 A fiscalização se concentrou no entorno da rua Marechal Deodoro, onde alguns lojistas insistiam em utilizar os equipamentos para chamar a atenção dos clientes, seguindo pelas ruas Marcílio Dias, Guilherme Moreira, Avenida Sete de Setembro e Eduardo Ribeiro.

Os lojistas autuados receberam multas que variaram de 54 UFMs (Unidades Fiscais do Município), o equivalente a R$4 mil, chegando a 100 UFMs, algo em torno de R$ 7 mil. Cada proprietário tem o prazo de 20 dias para apresentarem a defesa junto à secretaria.

 A diretora de Fiscalização da Semmas, Regina Cerdeira, informou que o trabalho dos fiscais continuará com a mesma finalidade. As blitze serão estendidas para outras áreas da cidade que registram intensa atividade comercial e barulho causado por aparelhagem sonora.

“É preciso que os lojistas entendam que o excesso de som causa na verdade o desconforto auditivo para os clientes e funcionários, além dos pedestres que transitam pelo local”, observou ela.

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