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Manaus
SAÚDE

Semsa promove curso de prevenção de incapacidades em hanseníase para servidores

Aulas teóricas ocorreram de 12 a 14 deste mês e as aulas práticas começaram nesta segunda-feira (19) 19/06/2017 às 17:37
Show hanseniase
Em 2016 foram diagnosticados 167 novos casos na capital (Foto: Arquivo/AC)
acrítica.com Manaus (AM)

O Departamento de Atenção Primária (DAP) da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realiza o “Curso de Prevenção de Incapacidades em Hanseníase” para 12 servidores. As aulas teóricas ocorreram de 12 a 14 deste mês e as aulas práticas começaram nesta segunda-feira (19). Os servidores fazem parte do Programa de Hanseníase, nas unidades básicas de saúde. As aulas ocorrem no auditório do Movimento de reintegração de pessoas atingidas pela Hanseníase (Morhan) e Centro de Reabilitação, ambos no bairro Colônia Antônio Aleixo.

Segundo o secretário municipal de saúde, Marcelo Magaldi, é constante o compromisso de capacitar as equipes da Semsa com todas as técnicas novas desenvolvidas para que a efetividade da atuação, dentro das especialidades, seja a mais correta e eficiente possível. “Neste caso específico, trata-se de prevenção e quanto mais nos anteciparmos com ações deste tipo, teremos a chance de corrigir problemas ainda no início, com chances de cura e reabilitação maiores”, declarou Magaldi.

O curso é realizado em parceria com a Fundação Alfredo da Matta, Morhan e Centro de Reabilitação Antônio Aleixo e visa aprimorar e atualizar as técnicas de prevenção de deformidades ocasionadas pela Hanseníase, que são as principais consequências da doença.

Hanseníase

A hanseníase permanece endêmica em Manaus, apesar da diminuição do número de casos novos, gradativamente, a cada ano. Em 2016 foram diagnosticados 167 novos casos residentes na capital, enquanto no ano anterior foram 182 casos, em 2014, 215 casos e em 2013, 232 casos.

Ainda segundo o secretário Magaldi, o diagnóstico precoce, o tratamento e a prevenção são ações prioritárias para bloquear a transmissão da doença, reduzir incapacidades e deformidades, assim como para desconstruir o medo e o preconceito que causam discriminação e danos psíquicos, morais e sociais aos doentes, a seus familiares e à sociedade.

“Essas ações dependem da qualificação dos profissionais de saúde. Baseado nisso a Semsa organizou o curso voltado para o atendimento na rede de atenção básica. Atualmente cerca de 20 unidades fazem atendimento a pacientes com hanseníase, porém todas as unidades possuem profissionais capacitados para a suspeição e tratamento da doença” finalizou Marcelo Magaldi.

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