Sexta-feira, 19 de Julho de 2019
Manaus

Sete cirurgias são canceladas no Hospital Universitário Getúlio Vargas, em Manaus

Os procedimentos tiveram que ser reagendados por causa do problema técnico no elevador do hospital, sem solução desde o dia 10 de outubro



1.gif O Hospital Universitário Getúlio Vargas está passando por reforma e ampliação, mas não suspendeu os atendimentos
07/11/2014 às 11:17

Das 400 cirurgias marcadas para um doss 26 dias em que o elevador do Hospital Universitário Getúlio Vargas permaneceu sem funcionamento, sete tiveram que ser reagendadas por necessitarem de pós-cirúrgico no Centro de Terapia Intensiva (CTI), segundo informações do próprio hospital.

De acordo com o hospital, o elevador, que também tem impossibilitado que a paciente Sidlene Martins Gadelha, 47, - há oito meses está internada por decorrência de problemas cardíacos -ralize um procedimento chamado sinpatectomia torácica, apresentou defeito no dia 10 de outubro e, desde então, o hospital tem buscado agilizar o concerto do equipamento.

A assessoria da unidade ressaltou que, por ser um elevador antigo, da primeira construção do edifício do HUGV, existe uma grande dificuldade em se conseguir peças de reposição. Após uma busca em todo o território nacional, foi encontrada uma empresa com laboratório em Porto Alegre, que construiu a peça necessária, seguindo padrões de qualidade e segurança. A peça já se encontra em Manaus e está sendo providenciada sua instalação “o mais breve possível”.

Novela

Transferida para o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), Sidlene, que sofre crises de angina (dor no peito) constante, aguardava para realizar o procedimento na última terça-feira, porém, novamente por problemas no elevador que dá acesso à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a cirurgia foi cancelada.

Sidlene informou na quarta-feira que as dores e a falta de ar estão cada vez frequentes e até agora nada tem sido feito para resolver o problema, que se arrasta há muito tempo. “Me sinto uma prisioneira, sem poder ver a luz do dia e, principalmente, sem o convívio da minha família. Estou ficando cada dia pior, porque além das dores físicas, o meu psicológico está abalado”, declarou a paciente.

O hospital informou que em breve vai inaugurar o novo prédio, com estrutura de ponta e totalmente focado na qualidade do atendimento ao usuário. Mesmo durante este período de transição e reforma, o HUGV informou que “optou por continuar atendendo a população da melhor maneira possível, ciente da importância de seus serviços para o Estado e toda a Amazônia Ocidental”.

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