Terça-feira, 28 de Janeiro de 2020
FRENTE FORA TEMER

Sindicalistas e movimentos vão protestar contra a votação da Reforma da Previdência

A mobilização com concentração na Praça da Polícia (Praça Heliodoro Balbi) e finalização na Rua da Instalação, no Centro de Manaus, acontece na próxima segunda-feira (19)



show_CAETANO0555.jpg O secretário da Previdência Social do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, falando sobre a reforma, em evento, no ano passado. Foto: Agência Brasil
15/02/2018 às 18:13

A Frente de Lutas Fora Temer - fórum que integra cerca de 25 entidades sindicais, estudantis e movimentos sociais – realiza na manhã do dia 19 de fevereiro um ato unificado contra a votação da Reforma da Previdência (PEC 287/16).

A mobilização com concentração na Praça da Polícia (Praça Heliodoro Balbi) e finalização na Rua da Instalação (em frente ao INSS), no Centro de Manaus, foi definida durante Reunião Ampliada na noite da última quinta-feira (8), na sede do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho da 11ª – (Sitra-AM/RR).



A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (ADUA), o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior do Estado do Amazonas (Sintesam), a CSP-Conlutas Amazonas, a Assembleia Nacional dos Estudantes - Livre (Anel) e o Movimento Luta Popular (MLP) estiveram entre as 12 entidades presentes no encontro e que participarão do ato. Na reunião foi definido, também, que as categorias e movimentos participantes devem realizar panfletagens na sexta-feira (16) e que um panfleto unificado será elaborado.

O Dia Nacional de Greves, Paralisações e Mobilizações em Manaus atende à convocatória do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN) para que as entidades conclamem as bases e os trabalhadores em geral para uma nova Greve Geral no dia 19, data até então prevista para o início da votação do texto da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. Nesta semana, o governo federal anunciou, por meio da imprensa, que pretende votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, apenas na quarta-feira (28).

Para a categoria, só a greve geral é a saída para barrar a proposta considerada, pelos sindicalistas, um dos maiores retrocessos para a classe trabalhadora e ainda o fim da aposentadoria no país.

*Com informações da assessoria de imprensa.


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