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Manaus
Acabou!

Sindicato dos Bancários do Amazonas decide encerrar a greve que durou um mês

A decisão de cessar o movimento grevista veio após uma nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), a quarta desde o início das negociações 06/10/2016 às 19:08 - Atualizado em 06/10/2016 às 19:19
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A greve, com 31 dias de duração, foi a mais longa desde a organização destes trabalhadores. Foto: Márcio Silva
Lucas Jardim Manaus

O Sindicato dos Bancários do Amazonas se reuniu no final da tarde desta quinta-feira (6) e decidiu pôr fim à greve da categoria que, com 31 dias de duração, foi a mais longa desde a organização destes trabalhadores. A decisão de cessar o movimento grevista veio após uma nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), a quarta desde o início das negociações.

Segundo o presidente do sindicato local, Nindberg Santos, a proposta dos bancos vale por dois anos e inclui um reajuste salarial de 8% na data-base da categoria (1º de setembro), 10% no vale refeição, 10% no vale creche-babá, 15% no vale alimentação, um abono de R$ 3.500 e a correção da participação nos lucros ou resultados (PLR) seria corrigida em 8%.

“A Assembleia terminou as 18h50 desta quinta com participação da Fenaban, que representa 300 bancos privados do Amazonas, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco da Amazônia que decidiram pela aceitação da proposta por unanimidade”, afirmou Nindberg.

Além disso, caso o índice de 2016 fique abaixo da inflação acumulada, os bancos ainda propuseram um reajuste pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescido de 1%, em 2017, que seria aplicado nos salários e nas verbas.

Enquanto o reajuste salarial de 8% seja pouco mais da metade do pleito originalmente ventilado pelos bancários, que era de 14,78% Nindberg viu a proposta como um avanço. “Eu acredito, de um ponto de vista econômico, que não conseguiríamos proposta melhor, então vi com bons olhos”, disse o presidente da entidade sindical.

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