Segunda-feira, 22 de Julho de 2019
Cartão Passa Fácil

Sinetram anuncia a criação de 200 novos postos de vendas de crédito para ônibus

Os novos postos serão implantados em todos os bairros de Manaus, shoppings e até em supermercados



BILHETAGEM.JPG A proposta do Sinetram e SMTU é chegar a implementação de 500 novos postos até 2017 (Foto: Aguilar Abecassis)
06/12/2016 às 19:49

O Sindicato das Empresas de Transporte de Manaus (Sinetram) anunciou, nesta terça-feira (6), que vai criar  200 novos postos de vendas de crédito para os usuários dos cartões Passa Fácil. Atualmente, só há 20 postos operando na capital. A medida visa facilitar a compra do crédito e popularizar o uso da bilhetagem eletrônica, para que o volume de dinheiro nas catracas sejam reduzidas.  Atualmente, apenas 20 postos oferecem o serviço à população.

De acordo com o presidente do sindicato, Carmine Furletti, a implementação dos novos postos deve começar a partir desta quarta-feira (70, para que até janeiro estejam funcionando. A venda será feita nos bairros da capital, em shoppings e até em supermercados. “A nossa ideia é chegar a 500 novos postos até o anos que vem. Essa medida vai facilitar a compra de crédito e o cobrador não vai perder o emprego por causa disso”, explicou ele, ao falar sobre a retirada do dinheiro nos coletivos. 

Para Furletti, a mudança é necessária principalmente para reduzir os índices de violência dos ônibus e assegurou que a transição não trará desemprego. “Os cobradores não são apenas recebedores de dinheiro. Eles são agentes de bordo, auxiliam os motoristas, dão informações. Ninguém vai perder o emprego de uma hora para outra”, explicou. 

Atualmente, cerca de 30% a 40% dos usuários do transporte coletivo utilizam os cartões Passa Fácil. O superintendente de Transportes Urbanos de Manaus (SMTU), Thiago Balbi, também defendeu que a bilhetagem eletrônica é a alternativa mais viável para reduzir a violência nos coletivos.

"A melhoria é para os usuários.  A mudança não vai zerar o índices (de assaltos), mas precisamos reduzir essas ocorrências para um índice aceitável”, destacou. Segundo ele, aproximadamente 70% das passagens pagas circulam em “dinheiro vivo”. “São quase R$ 3 milhões por dia rodando. Na maioria das cidades brasileira é inverso. Precisamos mudar essa equação”, pontuou Balbi. 

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