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Sinetram diz que rodoviários prometeram liberar garagens a partir das 7h

Até as 7h30, no entanto, paralisações continuaram e população segue prejudicada. Estimativa é de 500 mil usuários prejudicados 17/01/2017 às 07:33 - Atualizado em 17/01/2017 às 07:36
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No Terminal 5, teve até quem dormisse aguardando os ônibus (Foto: Clóvis Miranda)
Dante Graça Manaus (AM)

O diretor jurídico do  Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), Fernando Borges, afirmou que o Sindicato dos Rodoviários se comprometeu com as empresas a liberar as garagens a partir das 7h da manhã de hoje. Até Às 7h20, no entanto, as empresas visitadas pela reportagem continuavam fechadas. Contra uma decisão judicial, os trabalhadores deixaram 100% da frota paralisada. 

"Efetivamente, isso (a greve) aconteceu, mas estamos com a perspectiva de retornar as operações agora. Mas a operação da manhã já está completamente prejudicada", avaliou Fernando Borges. "Precisamos começar a liberar os carros às 4h, liberar agora já afeta todo mundo, não deixa o trabalhador chegar no seu emprego".

Para o diretor jurídico, a atitude do sindicato dos rodoviários é grave e merece uma apuração criteriosa. "Eles tinham conhecimento da liminar, no entanto não houve respeito à decisãp judicial. Isso precisa ser apurado, até, eventualmente, um possível crime de desobediência", afirmou.

Sem a circulação dos ônibus, a estimativa do Sinetram é de que pelo menos 500 mil pessoas tenham sido prejudicadas.  

Para Fernando Borges, a greve não faz sentido. "O  dissídio coletivo deste ano é só em maio, e o do ano passado ainda está em trâmite na Justiça", afirmou ele, considerando que a tentativa de pressão dos rodoviários não terá efeito prático algum. "E a outra reivindicação deles que é mais segurança, não é uma questão trabalhista, e o Tribunal também entendeu assim". 

 

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