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Sinetram nega que empresas de ônibus atrasaram pagamento de obrigações aos rodoviários

Em nota, sindicato dos empresários repudiou declarações dos representantes dos trabalhadores após a greve prevista para hoje ser suspensa 09/06/2015 às 15:02
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Sinetram representa os empresários de ônibus
ACRITICA.COM ---

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) divulgou nesta terça-feira (9) uma nota repudiando algumas declarações feitas pelos representantes do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte dos Rodoviários (STTRM) após a greve prevista para hoje ter sido suspensa pela Justiça.

Ao Portal A Crítica, o vice-presidente do STTRM, Josildo Oliveira, informou que as reivindicações dos trabalhadores estavam sendo tratadas há 15 dias com os empresários, e desde então nada havia sido feito. Josildo disse que todo o movimento de paralisação estava dentro da lei e que os empresários não pagaram o prometido. Leia mais.

O Sinetram, na nota, diz que as declarações dos representantes do STTRM, sobre o não cumprimento de obrigações trabalhistas , eram falsas. De acordo com o Sinetram, todos os acordos feitos com os trabalhadores, referente ao Dissídio Coletivo 2015, estão sendo cumpridos em dia pelas empresas.

Segundo o Sinetram, quanto ao tíquete alimentação e ao vale-lanche, os mesmos estão sendo disponibilizados semanalmente para alimentação diária, na forma da lei. Ou seja, o trabalhador não deixa de se alimentar por falta de tíquete, conforme diz o Sinetram.

Ainda segundo o Sinetram, a Superintendência Municipal dos Transportes Urbanos (SMTU), órgão que gere o sistema de transporte, possui acesso ao Centro de Controle Operacional (CCO), onde todas as linhas de ônibus de Manaus são rastreadas através de GPS, o que comprova o cumprimento de horários e rotas pelas concessionárias.

“A Justiça concedeu liminar com base nos fatos e na lei. As empresas jamais vão sacrificar os colaboradores, pois eles são peças fundamentais para o sistema de transporte. Agora, se o bom funcionamento do sistema de transporte coletivo afeta interesses políticos de A ou B, é outra coisa”, explica o advogado do Sinetram, Fernando Borges.

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