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#SomosTodosEducandos: incêndio repercute na imprensa nacional e internacional

Publicações como o Washington Post repercutiram a tragédia ocorrida na Zona Sul de Manaus. “Incêndio devora bairro de Manaus”, escreveu a IstoÉ 18/12/2018 às 18:24
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Foto: Reprodução/Internet
Vitor Gavirati Manaus (AM)

O incêndio que atingiu cerca de 600 casas no bairro Educandos, Zona Sul de Manaus, na noite de segunda-feira (17), foi repercutido pela imprensa nacional e internacional durante esta terça-feira (18). Veículos como Washington Post, dos Estados Unidos, a versão brasileira do espanhol El País, e o portal da revista IstoÉ, noticiaram a tragédia ao longo do dia.

“Chamas destroem pelo menos 600 casas em bairro do Brasil”, publicou o Washigton Post. Já o El País, em uma matéria com muitas fotos sobre o incêndio, destacou a suspeita do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas de que a explosão de uma panela de pressão possa ter causado o incêndio que atingiu mais de 500 famílias.

O portal de notícias da revista IstoÉ foi enfático na manchete: “Incêndio devora bairro de Manaus”. Seguindo a mesma linha, o americano Yahoo! publicou que o incêndio "envolveu" 600 casas e que milhares de pessoas "fugiram" das chamas.

Outros, como o brasiliense Metrópoles, destacaram o fato de a Prefeitura de Manaus ter decretado estado de emergência por 180 dias em função da tragédia.

A Veja lembrou o incêndio ocorrido em 2012, no bairro São Jorge, que vitimou 545 famílias, e disse que a tragédia dessa segunda-feira foi a segunda maior do tipo no Amazonas. Números preliminares da Defesa Civil, no entanto, apontam que os dois incêndios tiveram a mesma proporção, mas o balanço final da ocorrência deve ocorrer em alguns dias

O El Comercio, do Equador, falou sobre o epicentro do incêndio ter sido em uma área com muitas casas de madeira e deu destaque à Amazônia na manchete: “Cerca de 600 casas foram destruídas por incêndio na capital Amazônica do Brasil”.

Nas redes sociais, internautas utilizam as hashtags #SomosTodosEducandos e #IncêndioEducandos para criar uma rede de informações a respeito do caso e atualizar a lista de pontos de doação às vítimas.

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