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Sumiço de criança durante viagem de táxi vai parar na delegacia

Taxista teria feito retorno para sair do meio do trânsito e buscar mulheres para embarcar e não teria visto com criança de dois anos no carro. Ele disse que esperou as mulheres, que elas não apareceram e que então foi embora e só depois se deu conta da criança no carro 13/06/2015 às 14:06
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Caso foi registrado na Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca)
acritica.com Manaus (AM)

O caso de uma criança de dois anos que foi levada por um taxista na tarde de sexta-feira da rua 18 de Outubro no bairro Compensa II, Zona Centro Oeste de Manaus,  foi parar na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente. A mãe do menor, a dona de casa, Francinete Ferreira da Rocha, 30 anos, pediu, na manhã de sábado (13) que seja realizado  exame de corpo delito para verificar se a criança apresenta algum tipo de violência física ou sexual. 

Francinete contou que, por volta das 16h de sexta-feira pediu para uma sobrinha dela chamar um táxi para levar ela, dois filhos e a sogra para o município de Iranduba. Quando o veículo chegou, a sobrinha teria colocado a criança de dois anos dentro do taxi, enquanto a dona de casa pegava a outra criança de quatro anos de idade que é portadora de deficiência física. 

“Ele falou que ia dar o retorno para a criança poder entrar pela porta da frente. Ele é muito pesado. Ela ficou aguardando. E o taxista sumiu desde as 4h da tarde de ontem. E hoje de manhã (sábado) nos ligaram para dizer que tinham encontrado a criança”, disse a tia da criança, Marinalva Matos, 40 anos. 

“Eu denunciei o caso na delegacia de Polícia da Compensa e na Especializada. A versão do taxista é que  ele só viu a criança hoje de manhã.  Quem se apresentou foi um filho dele que trouxe o menino. O menino está assustado, com febre, gripado, e grita quando vê o taxista”, disse a mãe. Na delegacia, foi informado que o caso está sob sigilo aos cuidados da delegada de polícia civil Laura Câmara.

A assessoria da Polícia Civil informou que a princípio a criança está bem e que não houve sequestro. Segundo a PC, o taxista informou que se afastou um pouco da residência para não ficar no meio do trânsito e que ficou esperando as mulheres. Segundo ele, as mulheres não apareceram e então ele foi embora e só se deu conta da criança no veículo depois.

Conforme a assessoria de PC, os envolvidos assinaram um termo de declaração e o caso continuará sendo investigado.

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