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Suspeito de ter matado vendedor é preso por policiais da DEHS

Pedro foi preso na segunda-feira (13) em sua casa, situada na rua 1, bairro Mundo Novo, após seis meses foragido 14/01/2014 às 13:52
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De acordo com a polícia, assim que cometeu o crime o suspeito foi para Cuiabá (MT) e voltou para a capital amazonense no último domingo (12)
Bruna Souza* Manaus, AM

Pedro Ronaldo Soares Dias, 37, foi apresentado pela polícia na manhã desta terça-feira (14) após ser preso em cumprimento de mandado de prisão preventiva pela morte do vendedor de carros Jorge Patrício Azevedo Neto, 28, que aconteceu no mês de junho do ano passado. Pedro e mais dois irmãos mataram a vítima por vingança, depois de um deles ter se envolvido em uma briga com a vítima no município de Presidente Figueiredo (localizado a 107 km de Manaus).

Pedro foi preso na segunda-feira (13) em sua casa, situada na rua 1, bairro Mundo Novo, após permanecer seis meses foragido. De acordo com a polícia, assim que cometeu o crime o suspeito foi para Cuiabá (MT) e voltou para a capital amazonense no último domingo (12). Ele era monitorado por policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que efetuaram a prisão.

Irmãos planejaram morte

Pedro e os irmãos, Josué Soares Dias e Geisel Soares Dias, conhecido como “Titão”, teriam planejado a morte do vendedor após uma briga. Os quatro envolvidos eram amigos e foram para o município de Presidente Figueiredo um mês antes do crime, onde participaram de um jogo de futebol. Durante a partida, o celular de um dos jogadores sumiu e “Titão” desconfiou de Jorge Patrício.

Após acusá-lo, ambos se envolveram em uma briga e Geisel acabou apanhando de Jorge, que praticava artes marciais. Depois de um mês, o trio voltou a falar com a vítima com o objetivo de se vingar da agressão. “Titão” foi preso em agosto de 2013 durante a operação Pegassus no município de Parintins e Josué permanece foragido.

O corpo de Jorge Patrício foi encontrado enrolado em um saco plástico e em avançado estado de decomposição em um matagal no ramal do Maia, na comunidade Cristo Rei, no Tarumã, Zona Oeste, no dia 26 de junho do ano passado.

*Com informações da repórter Jéssica Vasconcelos do jornal A Crítica

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