Publicidade
Manaus
Manaus

Suspeitos de participarem do assassinato de prefeito de Maraã são trazidos para Manaus

No entanto, um quarto suspeito, Adimilton Gomes de Souza, 32, conhecido como 'Zé da Irene', apontado pelo trio preso como o autor do disparo que atingiu as costas da vítima, continua foragido 05/03/2016 às 16:54
Show 1
Suspeitos da morte do prefeito de Maraã (algemados) chegaram na capital na manhã deste sábado (5)
LUANA CARVALHO ---

CONFIRA AQUI GALERIA

Lázaro Moraes de Assis, 40, Aldemir Alves de Freitas, 40, e Marcos Aleksandro Praiano da Silva, 25, suspeitos de terem assassinado o prefeito do município de Maraã (distante 615 quilômetros de Manaus), Cícero Lopes (Pros), desembarcaram na manhã deste sábado (5) no Terminal Regional Eduardo Gomes (Eduardinho). O quarto envolvido, apontado como o autor do disparo que matou o prefeito, Adimilton Gomes de Souza, 32, segue foragido.

Os três suspeitos foram identificados na última quinta-feira (3) e prestaram depoimento na delegacia do município. A motivação do assassinato do prefeito seria uma dívida de R$ 40 mil da prefeitura com um dos quatro envolvidos no homicídio. Segundo o delegado adjunto da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) Luiz Rocha, Aldemir Alves Freitas, dono de um posto de gasolina do município, foi o mandante do crime.


Mandante do crime também foi identificado e preso (Foto: Evandro Seixas)

"Fomos ao local do crime, ouvimos familiares e testemunhas, e a partir daí traçamos um linha e conseguimos encontrar a arma. O primeiro suspeito que localizamos foi o Marcos Aleksandro, que delatou os outros e contou o motivo do crime. Aldemir nega que tenha sido o mandante", informou o delegado.

Ainda segundo o delegado adjunto da DEHS, Aldemir prestava serviços para a prefeitura, fornecendo combustível, e planejou matar o prefeito como forma de cobrar a dívida. Dois dos suspeitos são parentes do o vice-prefeito Luiz Magno Moraes (PR), mas segundo o delegado, é possível que se trate de uma coincidência. "Não descartamos nada. Mas o vice-prefeito foi ouvido informalmente e nega qualquer relação com o crime. Não há nada que aponte a participação dele, mas as diligências continuam".

Após o desembarque, os suspeitos vão seguir para a sede da DEHS, onde darão continuidade aos procedimentos de investigação.

Publicidade
Publicidade