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Manaus
HOMICÍDIO

Taxista é assassinado a tiros dentro do carro em que trabalhava, no Mutirão, em Manaus

A vítima foi morta com, ao menos, quatro disparos, dentro do veículo que dirigia, um Fiat Idea de cor branca e placas NOJ-6592 05/03/2018 às 12:40 - Atualizado em 06/03/2018 às 12:43
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Foto: Gilson Mello
Conceição Melquiades Manaus (AM)

O taxista Adilson José de Castro Brito, 40, conhecido como “Mutirão”, foi assassinado a tiros na manhã desta segunda-feira (5), na esquina das ruas 58 com a rua 31, no bairro Mutirão, Zona Leste de Manaus. Ele estava dentro do veículo que trabalhava um Fiat modelo Idea de cor brancas e placas NOJ-6592.

De acordo com a Polícia Civil, ele foi executado com dois tiros na cabeça, um no pescoço e um no ombro, por volta das 11h. Segundo os familiares da vítima, Brito saiu às 6h da manhã para trabalhar, como fazia diariamente. “Ele disse que voltaria apenas quando conseguisse faturar a diária do carro”, falou a esposa da vítima, a dona de casa Marineide Pantoja, de 46 anos.

Segundo os moradores, a vítima foi alvejada por um homem que estava no banco de trás do veículo. O atirador alvejou quatro vezes a vítima, saiu do veículo, embarcou na garupa de uma motocicleta que já estava aguardando o executor e fugiu. Ao ser alvejado, o taxista perdeu o controle da direção do veículo, bateu em um muro e quebrou o portão de uma casa. O carro estancou quando engatou na coluna de um muro. Nenhum pedestre foi atingido.

A também taxista Ana Cristina, proprietária do veículo que Brito trabalhava, relatou que há cerca de duas semanas “Mutirão” teria se queixado de ter sofrido um assalto. “Ele foi assaltado há poucos dias, levaram o som, o estepe, a bateria e o rádio amador do veículo”, comentou Ana Cristina. Ela disse que conhecia o taxista há aproximadamente três anos, mas que ele havia resolvido trabalhar como “jacaré” – quando o taxista roda por contra própria.

O fato foi registrado no 27º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Peritos da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) coletaram dados para ajudar na elucidação do crime. O Instituto Médico Legal removeu o corpo.

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