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TCE-AM vai gastar R$ 424,3 mil em reformas e ampliação de prédios

Prédio mais antigo foi construído há 17 anos. O maior investimento, com valor global de R$ 348.555,73 mil, ficará por conta da reforma do primeiro prédio onde ficam os procuradores de contas 30/01/2013 às 15:53
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O custo total das reformas no TCE-AM serão de R$ 424.382,32 mil
kleiton renzo ---

Ao custo total de R$ 424.382,32 mil, os dois prédios do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM), nos próximos cinco meses, passarão por reformas para ampliação. As sessões de julgamento dos conselheiros, desde a quinta-feira, ocorrem no auditório do prédio que abriga o Ministério Público de Contas (MPC-AM).

O maior investimento, com valor global de R$ 348.555,73 mil, ficará por conta da reforma do primeiro prédio onde ficam os procuradores de contas. Alí, segundo o presidente do Tribunal de Contas, Érico Desterro, “estão ocorrendo serviços de readequação do prédio para receber os novos servidores do Tribunal (aprovados no último concurso) e a instalação de mais cinco Diretorias”, disse.

Além das novas salas, estão sendo instaladas duas escadas de ferro, sensores, portas corta-fogo e sinalizações especiais para auxiliar a evacuação das pessoas em caso de incêndio. Para o serviço, foi contratada a empresa ESAC Engenharia Ltda. “As obras visam ampliação do sistema de combate a incêndio e construção de escadas de estrutura metálica para saída de emergência. Sendo necessárias modificações no prédio, que possui mais de 17 anos, com obras de engenharia civil, elétrica e hidráulica”, explicou o conselheiro Desterro.

No segundo prédio do TCE-AM, onde ficam os gabinetes dos conselheiros e auditores, a reforma será no plenário e consumirão R$ 75.826,59 mil, que serão pagos à empresa JRG Construções e Instalações Ltda.

Desterro disse que a intenção da reforma no auditório, inaugurado há sete anos, é ampliar a capacidade de lugares para 68 visitantes, e “adaptação para atender a normas de acessibilidade, com a possibilidade de amplo acesso a cadeirantes, e espera-se que a imprensa e convidados não tenham que assistir às sessões em pé como vinha ocorrendo”, disse ontem o presidente do Tribunal estadual de Contas.

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