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Trabalhador manauara gasta 50,71% do salário mínimo com Cesta Básica

O trabalhador que ganha um salário mínimo em Manaus comprometeu, em junho, 50,71% de seu rendimento líquido com a cesta básica 04/07/2013 às 15:38
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O estudo ainda aponta que o consumidor precisou trabalhar 102 horas e 38 minutos para comprar a cesta básica em maio
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O trabalhador que ganha um salário mínimo em Manaus comprometeu, em junho, 50,71% de seu rendimento líquido fixado no valor de R$ 623,76 (já incluso o desconto de 8% referente à contribuição previdenciária), com a aquisição dos alimentos básicos da cesta básica é o que aponta a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.  Em maio o comprometimento foi de 51,78%.

O estudo ainda aponta que o consumidor precisou trabalhar 102 horas e 38 minutos para comprar a cesta básica em maio. No mesmo mês, a jornada exigida do trabalhador era de 104 horas e 48 minutos. Em relação a junho de 2012, a jornada comprometida foi maior, pois naquele mês eram necessárias 89 horas e 01 minuto.

Salário mínimo necessário

Para estimar o valor do salário mínimo necessário, o Dieese leva em consideração o maior custo para o conjunto de itens básicos. O salário que deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência seria no valor de R$ 2.860,21, ou seja, 4,21 vezes a mais do que o mínimo de R$ 678,00.

Em Junho de 2012, o valor necessário para atender às despesas de uma família chegava a R$ 2.416,38, o que representava 3,88 vezes o mínimo de então (R$ 622,00).

Custo família manauara

O custo da cesta básica para o sustento de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças, sendo que estas consomem o equivalente a um adulto) foi de R$ 948,87 durante o mês de junho. Esse valor equivale a aproximadamente 1,40 vezes o salário mínimo bruto, fixado pelo governo federal em R$ 678,00. No mês anterior, o custo da cesta básica para esta mesma família foi de R$ 968,94.

Leia mais na edição impressa do jornal A Crítica desta sexta-feira (05)

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