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Manaus
RESPONSABILIDADE

Profissionais da construção civil ganham apoio das mães para lidar com o ofício

Às vésperas da entrega de um dos empreendimentos mais modernos da SKN Incorporadora, os filhos recebem das genitoras grande incentivo 14/05/2018 às 11:28 - Atualizado em 14/05/2018 às 11:38
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Foto: Winnetou Almeida
Lívia Anselmo Manaus (AM)

Do canteiro de obras, o esforço de quem trabalha para erguer um prédio de 25 andares. Às vésperas da entrega de um dos empreendimentos mais modernos da SKN Incorporadora, o Soberane, o trabalho intenso com os prazos chegando ao fim se tornam rotina. A rotina, por sua vez, transforma filhos em trabalhadores comuns que precisam, antes de tudo, lidar com as responsabilidades do mercado de trabalho.

Mas quem conversa com essa gente simples, que defende o seu, entende que, muitas das vezes, é a figura da mãe quem inspira, quem motiva. Alguns não tiveram ela tão presente, outros ainda têm a sorte de tê-la por perto e trabalham, diariamente, com um sonho: o de melhorar a vida delas.

Super trabalhadores

Tanto quanto em outras áreas profissionais, a rotina de um canteiro de obras é pesada e quase não sobra tempo para quem já tem filhos, mas ainda quer ser filho também. São as “pequenas grandes coisas” que mostram a importância da figura materna na vida.

Para quem sai às 6h da manhã de casa, começa a trabalhar às 7h30 e só às 21h consegue, finalmente, encontrar a mãe é um desafio diário. Mas também é uma forma de cuidado.

“Hoje eu voltei a morar com minha mãe porque ela é aposentada, está bem velhinha e eu posso ajudar como dá. Passo boa parte do dia fora, mas vale à pena se considerar que no final, quando ela precisar, eu posso estar ali”, conta o servente Antônio Marcos Couto, 34, filho da aposentada Maria Pinheiro Couto, 73.

Mãe em dobro

Administrando todas as compras para a que o trabalho no canteiro de obras funcione, Iane Araújo, 31, tem a mãe também como uma das motivações diárias. Enquanto ela trabalha pesado, a mãe ajuda cuidando dos filhos gêmeos. “Minha mãe tem sido mãe de novo para os meus filhos. Hoje eu estou aqui porque ela permite que eu consiga trabalhar. Sem ela, não teria com quem contar e continuar a minha carreira”, conta.

Quando começou a trabalhar em obras, a rotina pesada e puxada não a assustaram. Mas como em tantas outras profissões exigem sacrifícios. “Eu valorizo muito a mãe que eu tenho não só por ter me criado, mas por hoje me ajudar a ser que eu sou. A gente nem percebe, mas só está aqui por causa delas. Desde o começo são as nossas mães que incentivam”, afirma Iane.

‘Gosto de cuidar dela’

Ao lado de Iane, na correria do dia a dia, está Armando Vasconcelos, 21, começou a sentir os efeitos do trabalho na vida familiar. Ele, a irmã e o pai são os responsáveis pela vida financeira da casa em que moram.

“Eu estou sempre com a minha mãe em primeiro lugar. É engraçado que isso é automático. Eu trabalho o dia todo, correria, vida adulta. Mas no final do dia eu me sinto recompensado em dizer que posso ajudar quando ela precisa”.

Filho da dona de casa Cleide Vasconcelos, 53, Armando começou a trabalhar com a rotina pesada aos 18 anos. “Eu gosto de cuidar dela da forma que dá, por enquanto. Dia de semana a gente quase não se vê, mas no final de semana a gente tenta recompensar porque o trabalho vem em segundo lugar”.

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