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Manaus
COMPENSA

Trecho da Avenida Brasil em frente à sede da Prefeitura de Manaus ameaça afundar

De acordo com motoristas e pedestres que passam pelo local diariamente, o caso vem piorando há sete meses 20/07/2017 às 05:00 - Atualizado em 20/07/2017 às 08:54
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Na foto, trecho próximo ao centro de convivência do idoso (Foto: Euzivaldo Queiroz)
Isabelle Valois Manaus (AM)

A cada dia só pioram os problemas urbanos e estruturais em um dos principais corredores viários de Manaus. Pelo menos dois trechos do avenida Brasil, Compensa, estão com sérios desníveis na via, sinais de afundamento do terreno. Quem transita diariamente nesta área afirma que a situação vem se alastrando há sete meses e até o momento nada foi feito a não ser a implantação de uns blocos de concreto para evitar a passagem de veículos e pedestre nesta área.

O caso foi noticiado pelo A CRÍTICA há um mês. Desde esse tempo até o momento nada foi feito e um desses trechos da via que está se afundando fica quase em frente a sede da própria prefeitura de Manaus, na parte do canteiro central no sentido bairro/centro. A situação é bem crítica, mas como do outro lado da via há um posto de gasolina e um grande fluxo de carros, os pedestres preferem transitar no “resto” de calçada.

“Claro que tenho medo de cair quando preciso passar por esta área. Não sabemos até quando o solo irá aguentar essa estrutura, mas não temos por onde transitar. Do outro lado não há calçada e há uma grande fluxo de veículos por conta do posto de gasolina. Os carros quase não nos respeitam, por conta disso prefiro me arriscar por onde pelo menos ainda existe um pedaço de calçada”, contou o vigilante Guilherme Costa, 50.

 Quem observa os blocos de concreto  percebe o quanto eles estão deteriorados por causa de muitos batidas de carros, ônibus e até motocicleta. O vendedor ambulante Felipe Donato, 21, trabalha vendendo água em um lado  da avenida, afirma que diariamente os veículos se acidentam nesta área.  “Confesso que todo dia presencio algum veículo batendo em um desses concretos. Quando não os carros e ônibus, são as motos e essas são as piores batidas, pois o motoqueiro tem mais fragilidade para cair. O problema todo que estamos em um trecho que é curva da via, logo a visão dos concretos é dificultada. Muito dos acidentes são feios e até agora nada foi feito. Estou morando aqui mais de sete meses e essa área já estava desse jeito”, comentou o vendedor.

Outra situação que colabora com os acidentes é o simples fato do desrespeito dos motoqueiro enquanto obstrução deste trecho da Avenida Brasil. Mesmo com os concretos, eles continuam a circular entre os blocos de concreto.

Mais um  trecho está ‘improvisado’

Outro trecho bem preocupante é antes de chegar o retorno do Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, no sentido centro/bairro. Assim como o trecho em frente a sede da prefeitura, neste trecho também só foram colocado alguns blocos de concreto para resolver o problema do afundamento. A pista nem está tão cedida como do outro trecho, porém boa parte da calçada desta área está no barro, pois o concreto desligou para o igarapé.

O problema, que mesmo com as bases de concreto e com a calçada no barro, os pedestres que transitam nesta área da via se colocam em risco, pois não evitam a caminhada nesta área.

Análise

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) informou que a situação havia sido repassada ao chefe de distrito da área para que verifique, in loco, a situação da pista, a fim de que sejam tomadas as providências cabíveis, mas não estipulou prazos.

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