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Um ano após o crime, acusado pela morte de empresário é preso pela polícia em Manaus

No dia 21 de outubro do ano passado, o empresário José Eraldo Nobre, 45, foi morto a tiros. O acusado estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça 22/10/2015 às 10:55
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Thomaz Antonio Lima Mendonça, acusado de matar o empresário
Joana Queiroz Manaus (AM)

Thomaz Antonio Lima Mendonça, 35, foi preso na tarde de ontem, terça-feira (20), por volta das 16h, segundo a polícia, nas proximidades do porto Chibatão, bairro Colônia Oliveira Machado, Zona  Sul de Manaus, onde trabalhava.

Ele é acusado de ser um dos assassinos do empresário José Eraldo Nobre, 45, morto a tiros na rua Newton Vieiralves, conjunto Amazonino Mendes, Zona Leste no dia 21 de outubro do ano passado.

De acordo com o titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Ivo Martins, o suspeito estava com mandado de prisão preventiva  decretada pelo juiz Anésio Pinheiro. A polícia foi informada do paradeiro de Thomaz através de populares.

A motivação do crime teria sido um serviço mecânico que a vítima solicitou que suspeito fizesse e, como pagamento, deu uma picape no valor de R$ 35 mil para Thomaz. Entretanto, o serviço não o foi feito.

O empresário passou a exigir que ele entregasse o serviço e Thomaz, segundo a polícia, acabou contratando dois homens identificados como “George” e “Bartolomeu” que estão foragidos.

Empresa se manifesta

Em nota, Grupo Chibatão reforçou que o homem não foi preso nas dependências do porto e que Thomaz passou por todos os processos admissionais previstos na lei do trabalho e que apresentou todas as certidões negativas e nada constava.

Confira a nota na íntegra:

O Grupo Chibatão esclarece, que o colaborador Thomaz Antônio Lima Mendonça, detido na tarde da última terça-feira (20), pela Policia Civil, não se encontrava nas dependências do grupo no momento de sua prisão. O mesmo se encontrava na rua Zebu, na Colônia Oliveira Machado, via de acesso a diversas empresas, incluindo a base aérea de Manaus.

O Grupo Chibatão informa ainda que o respectivo cidadão passou por todos os processos admissionais previstos na lei do trabalho e que apresentou todas as certidões negativas e nada constava.

Com 30 anos de atuação no Amazonas, o Grupo Chibatão se consterna com o ocorrido e esclarece que cumpre todos os processos legais previstos em lei no momento da admissão de seus colaboradores e que sua principal missão é contribuir para o crescimento do Estado do Amazonas, Brasil e o mundo.

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