Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
SERVIÇO

Umanizzare realizou 204 mil atendimentos em presídios do Amazonas

No ano passado, mais de 204 mil atendimentos técnicos, como assessoria jurídica, assistência social, atendimento médico e psicológico foram disponibilizados aos detentos



UMA_3AB8C898-ED1C-419C-BBB2-23BCBEB5DBF0.jpg (Foto: Jair Araújo)
17/05/2019 às 16:40

Co-responsável por seis unidades prisionais no Amazonas, a empresa Umanizzare apresentou os resultados do seu sistema de cogestão e ações de 2018. No ano passado, segundo levantamento da empresa, mais de 204 mil atendimentos técnicos, como assessoria jurídica, assistência social, atendimento médico e psicológico foram disponibilizados aos detentos.

As condições estruturais das unidades e a implementação de iniciativas de ressocialização no sistema prisional também foram os destaques da empresa, que atua desde 2013 no Estado.

“Fechamos uma quantidade de atendimentos na área assistencial de 204 mil atendimentos em todas as áreas e esse número é muito importante para nós por que a cogestão está sendo bem elaborada o que traz eficácia e resultados positivos seja para a empresa e para o Amazonas”, afirmou o diretor-jurídico da Umanizzare, André Caires.

De acordo com ele, o sistema de cogestão significa o trabalho somado juntamente com o Governo do Estado com o intuito de dividirem responsabilidades para alcançar bons resultados. “No dia-a-dia do sistema prisional existem responsabilidades que competem ao Estado; a gestão propriamente da unidade, onde fica um diretor, um adjunto, um gerente de segurança interna, representantes que detém o poder de polícia”, destacou Caires.

Quanto à Umanizzare, cabe a manutenção da estrutura, assistências e medidas que visam a ressocialização. “O que compete a Umanizzare são as atividades meio, por exemplo, a manutenção predial da unidade, serviço de limpeza, serviço de alimentação, fornecimento de kits de entrada e todo o aparato que está previsto na Lei de Execução Penal (LEP)”, acrescentou.

Ressocialização

Os gestores afirmaram que projetos e atividades com o intuito de promover a ressocialização dos detentos também são preocupação da empresa. Os projetos educacionais foram responsáveis por levar instrução formal e profissionalizante a uma população em que mais de 88% tem apenas o ensino fundamental incompleto. Os beneficiados dos projetos sociais somam 4.313 internos e 8.852 dias de penas puderam ser remidos nas unidades prisionais.

“Inicialmente buscamos entender quem é o público, se ele é provisório ou se ele é condenado, se é homem ou mulher, entender seu interesse para traçarmos estratégias. E nós temos algumas estratégias que tem se mostrado eficazes como oferta de cursos profissionalizantes e o incentivo ao trabalho interno”, destacou a gerente técnica da empresa, Karoline Lima.

Unidades co-geridas pela empresa

A empresa Umanizzare Gestão Prisional Privada opera junto ao Estado Brasileiro em duas modalidades de atuação: a Cogestão e a Parceria Público Privada (PPP). Ambas há o compartilhamento de responsabilidade entre a administração pública e a iniciativa privada.

No Amazonas, a Umanizzare é co-responsável pela Unidade Prisional de Puraquequara (UPP); Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat); Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM); Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj); Unidade Prisional de Itacoatiara (UPI); e o Centro de Detenção Provisória Feminina (CDPF).

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