Quarta-feira, 22 de Setembro de 2021
Crise da 'Açaí'

'Vamos parar a Djalma', diz presidente do sindicato dos rodoviários

Sindicato quer que a Prefeitura assuma a negociação sobre a demissão coletiva de trabalhadores da empresa Açaí, após falência. Dezenas protestarem no Terminal 1, em Manaus



WhatsApp_Image_2021-07-27_at_15.26.26_DE9752EE-86D7-417E-BBD2-B4ADDA82B756.jpeg Foto: Junio Matos
27/07/2021 às 15:38

O presidente do Sindicato dos Rodoviários do Amazonas, Givancir de Oliveira, afirmou que a entidade pretende paralisar as avenidas Constantino Nery e/ou Djalma Batista nos próximos dias após manifestação de trabalhadores de transporte coletivo realizada por meio de bloqueio de trânsito no Terminal de Integração 1 (T1), situado na avenida Constantino Nery, na Zona Centro-Sul da cidade, nesta terça-feira (27). 

Givancir realizou uma coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira, na sede do sindicato dos rodoviários. “Vamos parar a Djalma, Constantino Nery se a prefeitura não tomar rédeas do negócio, que tá muito frouxo [sic]”, disse. 



O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) afirmou por meio de nota que a manifestação foi realizada por parte dos trabalhadores que tiveram contratos rescindidos pela empresa Açaí Transporte, a qual se encontra em regime de recuperação judicial, ainda conforme o sindicato.

“Destaca, ainda, que as empresas do sistema de transporte coletivo estão operando normalmente, as quais estão em dia com as respectivas obrigações salariais e de benefícios dos funcionários, cumprindo as ordens de serviço emanadas pelo órgão gestor competente”, afirmou o Sinetram. 

Possíveis paralisações 

Givancir disse que a paralisação foi motivada pelo ato categorizado por ele como “golpe da falência”, referente à Açaí Transporte. “Esse golpe foi feito dentro do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), o secretário sabe das negociações e quer deixar o dono da açaí ir embora sem pagar os funcionários. São anos sem Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)”, declarou.  

Ainda conforme ele, a paralisação de tráfego feita no T1 durou uma hora. Givancir afirmou que outras manifestações podem ocorrer. Ele deseja que a prefeitura de Manaus coíba as supostas práticas apontadas por ele. 

“Trabalhadores se organizaram, pedem providência do sindicato. Muitos tem dez, quinze anos de empresa. Temo que esse movimento possa acontecer dia sim, dia não,  em manaus, até que o prefeito tome providência”, afirmou. 

A equipe de reportagem aguarda nota do IMMU sobre as declarações feitas pelo líder sindical.

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Repórter de A Crítica
Jornalista graduado no Centro Universitário do Norte (UniNorte), que busca trazer um pouco de storytelling a todos os aspectos da vida, principalmente aos textos que levam sua assinatura.

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