Sábado, 20 de Abril de 2019
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TRABALHO

Venda da Amazonas Energia não deve afetar fornecimento para o interior, diz AAM

Para afastar esse temor, o presidente da AAM se apega aos exemplos do Acre e Roraima que tiveram os serviços de energia privatizados e não sofreram prejuízos


10/12/2018 às 16:05

A venda da Amazonas Energia não vai afetar o fornecimento do produto ao interior do Estado. Pelo menos essa é a expectativa do presidente da Associação Amazonense de Municípios (AAM), Andreson Cavalcante, que também é prefeito de Autazes.

“Não há nenhum temor em que os municípios do interior sofram algum prejuízo com relação ao fornecimento de energia elétrica com privatização da Amazonas Energia”, afirma ao admitir que o leilão é feito por área de concessão tanto para a capital quanto para o interior. “Além disso, todo esse processo é acompanhado e fiscalizado pela Aneel, que é a agência reguladora do sistema elétrico brasileiro”.

Para afastar esse temor, o presidente da AAM se apega aos exemplos do Acre e Roraima que tiveram os serviços de energia privatizados e não sofreram prejuízos. “A empresa ganhadora do leilão tem um plano de metas que deverá ser cumprido, cujo não atendimento poderá desencadear em encerramento da concessão”, explica Andreson que acredita na manutenção, distribuição e expansão da energia para o interior.

Na mesma esteira, o deputado Serafim Corrêa (PSB) também acredita na melhoria dos serviços a serem prestados pela substituta da Amazonas Energia. “Espera-se também que novas fontes de energias como gás, solar e a eólica venham a preponderar sobre a energia com base no óleo, mais cara e mais poluente”, antevê o parlamentar.

O Sindicato dos Urbanitários teme as perdas para os trabalhadores do setor com a venda da concessionária. Todos nós perdemos, trabalhadores e população. Trabalhadores com a precarização dos serviços, demissão em massa e falta de condições ideias de treinamento e trabalho”, teme o vice-presidente do sindicato, Josehirton Albuquerque.

Embora um dos pré-requisitos para a venda da Amazonas Energia fosse a manutenção da tarifa, Albuquerque acredita na possibilidade imediata de aumento da conta de luz. “Aumento tarifário na ordem imediata de 12% a 15% e isso só tende a aumentar, porque o investidor privado visa só lucro”, acredita o sindicalista.

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