Sábado, 20 de Julho de 2019
CRESCIMENTO

Venda de imóveis em Manaus deve crescer até 10% em 2018, diz Ademi-AM

O crescimento da cidade em direção à Zona Oeste pode ser comprovado pela Pesquisa do Mercado Imobiliário em novembro 2017; cerca de 20% das vendas no mês de novembro foram realizadas no bairro Tarumã



ADEMIAM.JPG Presidente da Ademi-AM, Romero Reis, disse que 2017 foi um ano muito difícil para a construção civil e setor imobiliário. Foto: Antônio Menezes/Arquivo AC
21/12/2017 às 05:35

As vendas e os lançamentos de imóveis devem aumentar em 2018 entre 5% a 10%, mas o ritmo de crescimento dependerá da facilidade e da disponibilidade de crédito, é o que avalia o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Romero Reis. Este ano, 20% das vendas no mês de novembro foram realizadas no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus. 

“O ano de 2017 foi um ano muito difícil para a construção civil, mas estamos otimistas para que em 2018 possamos ter um crescimento entre 5% a 10%. Tudo isso vai depender dos agentes financeiros. A nossa expectativa é que os bancos flexibilizem os critérios de concessão de créditos, se isso ocorrer vai alavancar muito as vendas”, destaca Reis.

O crescimento da cidade em direção à Zona Oeste pode ser comprovado pela Pesquisa do Mercado Imobiliário em novembro 2017, promovida pela Ademi em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM). Os outros bairros mais procurados por novos proprietários foram o Gilberto Mestrinho, Ponta Negra e Da Paz.

Em novembro foram realizadas 184 vendas, sendo 143 apartamentos; 3 salas e 9 lojas comerciais; 28 terrenos; e 1 casa, correspondendo a de R$ 61 milhões de reais, um valor abaixo de outubro deste ano.

“De outubro a novembro não houve crescimento. As vendas praticamente se mantiveram, mas nós percebemos que foi uma venda com mais qualidade. No mês de novembro foram vendidas 184 unidades e em outubro foram em torno de 200 unidades”, explica. 

As vendas líquidas de 2017 em comparação a 2016 aumentaram, conforme explica Romero. “Houve um aumento de mais de 50% nas vendas líquidas”, afirma.

A oferta de crédito é diretamente ligada à expectativa de vendas. Com cerca de 70% do mercado de financiamentos imobiliários no País, a Caixa Econômica Federal mudou no final de setembro as regras do jogo e passou a exigir que o comprador pagasse, no mínimo, 50% do valor do imóvel usado de entrada.

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