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Manaus
POLÍTICA

Vice de Bolsonaro encerra agenda política na cidade de Manaus com carreata

Paralela a carreata de Hamilton Mourão, os candidatos do PSL às vagas de deputados, estadual e federal, organizaram um “adesivaço” na rotatória do Produtor, no Jorge Teixeira, também na Zona Leste 15/09/2018 às 12:12 - Atualizado em 15/09/2018 às 12:16
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Simpatizantes durante carreata em prol da campanha de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. Foto: Divulgação
Náis Campos Manaus (AM)

O vice da chapa de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República, general Hamilton Mourão (PRTB) encerrou, na manhã deste sábado (15), com uma carreata, uma agenda política que começou na sexta-feira (14). A atividade de campanha teve início às 9h nas proximidades do Uai Shopping, no São José, Zona Leste, e prosseguiu até o Shopping Sumaúma, no Cidade Nova, Zona Norte.

Paralela a carreata de Mourão, os candidatos do PSL às vagas de deputados, estadual e federal, organizaram um “adesivaço” na rotatória do Produtor, no Jorge Teixeira, também na Zona Leste. “A nossa intenção é demonstrar solidariedade à presença do general em Manaus e apoio à recuperação do presidenciável Jair Bolsonaro”, declarou o presidente da legenda no Amazonas, Ubirajara Rosses, que mobilizou mais de 200 veículos para essa ação.

Mourão começou sua agenda na capital amazonense na sexta-feira (14), onde palestrou em um evento organizado por amigos e apoiadores da candidatura de Bolsonaro. O general é filho de um amazonense, nasceu em Porto Alegre (RS), mas morou três anos em Manaus e dois em São Gabriel da Cachoeira, atuando no Exército.

Para jornalistas, o general afirmou que não usará colete balístico nos eventos apesar do atentado sofrido por Bolsonaro em Juiz de Fora (MG) no último dia 6. “A gente tem que ter precaução. Caldo de galinha e prudência nunca faz mal ao ninguém. Na última vez, eu andei com colete. Em Manaus, não vou andar assim”, afirmou.

BR-319, ZFM

Mourão citou, em Manaus, a ligação de seu pai com Humaitá, um dos municípios pelos quais a BR-319 passa, ao afirmar que um possível governo Bolsonaro teria coragem para resolver o impasse da estrada que conecta o Amazonas com o resto do País via Porto Velho (RO). 

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