Sexta-feira, 03 de Abril de 2020
TRATATIVAS

Vice-presidente Mourão deve chegar hoje a Manaus para reuniões no CBA

A informação foi confirmada pela assessoria da vice-presidência. Em pauta estarão questões ligadas ao funcionamento do Conselho da Amazônia



mour_o_57E24BF6-5314-4CB8-831C-576B6B2A9FE3.JPG Foto: Reprodução / Internet
17/02/2020 às 09:00

O vice-presidente da República Hamilton Mourão (PRTB) deve chegar em Manaus na tarde desta segunda-feira (17) para reuniões no Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), que deve atuar como braço do Conselho da Amazônia. A informação foi confirmada pela assessoria da vice-presidência. O CBA fica localizado na Av. Gov. Danilo de Matos Areosa, 690, Distrito Industrial, na Zona Sul de Manaus. 

A vinda de Mourão para Manaus já foi adiada por duas vezes em um curto período de dois meses. A agenda do vice-presidente informava que Hamilton viria até a capital para tratar de questões relativas ao funcionamento do Conselho da Amazônia na última quarta-feira (12). À época, o Planalto não informou o motivo do adiamento da visita, mas, no dia que deveria estar na capital amazonense, Mourão esteve em Boa Vista (RR) para acompanhar a situação da crise migratória e o clima de conflito na fronteira da Venezuela.



No último dia 14, a coluna Sim & Não, do jornal e portal A Crítica, informou que Mourão irá receber o Título de Cidadão Honorífico de São Gabriel da Cachoeira, na 2ª Brigada de Infantaria de Selva, Área Capitão Nobou Oba, no município amazonense distante 1.100 quilômetros de Manaus.

Em 10 de dezembro do último ano, Mourão receberia o título de Cidadão Amazonense na Assembleia Legislativa (Aleam), mas a cerimônia foi cancelada porque o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), convocou o vice às pressas, para representar o governo brasileiro durante a posse do presidente da Argentina, Alberto Fernández, em Buenos Aires.

Conselho da Amazônia

Criado em 1995, e reinstalado em janeiro deste ano pelo presidente Jair Bolsonaro, o Conselho da Amazônia busca unificar ações do governo federal na região dos estados brasileiros que compreendem a Amazônia Legal. Ao todo, 14 ministérios fazem parte do Conselho, que pela primeira vez deixou de incluir a presença dos governadores. Apesar de críticas pontuais sobre a falta dos chefes do executivo estadual no Conselho, parlamentares do Amazonas apoiaram a decisão de Bolsonaro.

Repórter

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