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Manaus
Greve vigilantes

Vigilantes paralisam atividades e serviço bancário vai ser prejudicado em Manaus

De acordo com o Sindicato da categoria, 70% dos vigilantes aderiram à greve 13/02/2013 às 14:14
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Vigilantes paralisam atividades
acritica.com ---

Os vigilantes entraram em greve na manhã desta quarta-feira (13) com a intenção de fazer com que o sindicato patronal conceda os 30% de periculosidade reivindicado pela categoria desde dezembro de 2012, quando o beneficio foi sancionado pela União através da lei federal 12.740/2012.

Com a greve, os clientes de bancos vão ser surpreendidos neste retorno de atividades logo após o carnaval, já que sem a presença dos vigilantes os bancos não devem funcionar. Os manifestantes estão concentrados em frente a uma agência bancária localizada na antiga rua Tamandaré , no centro de Manaus.

O Sindicato dos Bancários do Amazonas apoia o movimento dos vigilantes.  De acordo com o presidente do Sindicato dos empregados de estabelecimentos bancários do Amazonas, Nindberg Barbosa,  os bancários entendem que a categoria dos vigilantes é essencial para o funcionamento bancário por garantir não só a segurança dos funcionários como também a dos próprios clientes.

Conforme disse Nindberg ao acrítica.com, “o sindicato dos bancários não vai deixar que os trabalhadores trabalhem sem os vigilantes”.

Participação

Segundo o presidente do sindicato dos vigilantes (Sindevam), Valderli Bernardo cerca de 70% dos profissionais de vigilância já aderiram ao movimento. De acordo com o líder do sindevam, o Amazonas possui 17 mil vigilantes, e 13 mil deles estão concentrados em Manaus.

“É importante lembrar que trabalhamos não só em agências bancárias, mas que também estamos presentes em escolas, empresas e também no comércio. Nosso trabalho possui alto risco, então só queremos o que nos é garantido por lei”, disse.

Bancos

Valderli Bernardo assegurou que a greve respeitará a necessidade da manutenção de 30% do efetivo em atividade. Mas, o líder do movimento grevista lembrou que, a porcentagem deverá ser repartida em todos os setores onde os vigilantes atuem.

“Não somos obrigados a destinar os 30% para o setor bancário. Então, certamente será ele o mais prejudicado”, falou.

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