Sábado, 20 de Abril de 2019
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Manaus

Yamaha estima que trabalhadores tenham mais conhecimento

'Esperamos que os trabalhadores alcancem patamar de informações industriais e tecnológicas mais elevadas', declarou o diretor executivo da Yamaha Motor da Amazônia


24/04/2013 às 08:01

“Desafio à planta do Polo Industrial de Manaus é desenvolver recursos humanos e dar oportunidade ao crescimento das pessoas para adquirirem mais conhecimento, habilidade, técnica e tecnologia. Assim, esperamos que os trabalhadores alcancem patamar de informações industriais e tecnológicas mais elevadas”, declarou o diretor executivo da Yamaha Motor da Amazônia, responsável pela planta de Manaus, Seijiro Teramae, em visita ao presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Antonio Silva.

O encontro ocorreu na sede da organização e contou com a presença do presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e Material Elétrico de Manaus, Athaydes Mariano Félix, que também é 1º vice-presidente da Fieam, e do diretor da Divisão Administrativa Financeira da Yamaha Manaus, Genoir Pierosan. 

Antonio Silva ressaltou que a Fieam está de portas abertas para atender à demanda da Yamaha, bem como de todas as empresas do segmento de duas rodas. O setor é o segundo de maior empregabilidade no Polo Industrial de Manaus (PIM), com 18.450 trabalhadores, sendo 2.200 inseridos no quadro de funcionários da Yamaha.

“Temos interesse na permanência da Yamaha no Amazonas, gerando emprego e renda à nossa população. Para isso, o Sistema Fieam disponibiliza a educação profissional ao trabalhador nas escolas do Senai,  esporte, lazer, cultura e educação básica nas unidades do SESI e no Clube do Trabalhador para industriários e seus dependentes. Todo este portfólio de serviços visa o fortalecimento das indústrias, sustentabilidade e competitividade dos produtos fabricados no PIM”, disse Antonio Silva.

Retração

Teramae ressaltou que desde a crise financeira mundial de 2008 a empresa teve retração, com queda de produção e receita. Porém, com a política de gestão e qualidade a Yamaha continua buscando a retomada do crescimento e da rentabilidade. “Só conseguimos oferecer produtos e sonhar se tivermos rentabilidade, pois sem isso as nossas perspectivas de futuro ficam reduzidas. Para elevar o retorno dos negócios da Yamaha estamos acompanhando os resultados e motivando nossa equipe”, avalia o diretor  da Yamaha, enfatizando que em apenas dois meses em Manaus, observa o envolvimento dos trabalhadores no compromisso de melhorar os resultados dos anos anteriores.

Antonio Silva fez uma rápida contextualização do cenário econômico brasileiro ao diretor japonês, relembrando um dos motivos que impactaram em 2012 as empresas do segmento de Duas Rodas instaladas no PIM.  “As medidas do governo federal aplicadas em 2012, como a redução do crédito ao cidadão para compra de motocicletas e automóveis, atingiu o poder de compra da população, ocasionando mudança na indústria”, explicou Silva.

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