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Parintins 2017
SOLIDARIEDADE

Campanha de solidariedade ajuda galera vermelha e branca combater a crise

Empresários como Patricia Brelaz e o esposo dela, Claudinei Braga, participaram da campanha doando 10 galões de tintas e o buffet do camarim dos itens oficiais do Garantido durante as três noites do Festival de Parintins 20/06/2016 às 12:15 - Atualizado em 21/06/2016 às 00:37
Show show garabrtiud
Os empresários Claudinei Braga e Patrícia Brelaz assumiram custos do bumbá / Foto: Marcio Silva
ACRITICA.COM Parintins (AM)

Uma campanha de solidariedade liderada pelo presidente do Boi Garantido, Adelson Albuquerque, solicitando a ajuda de torcedores e sócios, mexeu com o coração e os sentimentos da galera vermelha e branca, que passou a ajudar a associação folclórica a combater a crise.

Empresários como Patricia Brelaz e o esposo dela, Claudinei Braga, participaram da campanha doando 10 galões de tintas e o buffet do camarim dos itens oficiais do Garantido durante as três noites do Festival de Parintins. “Na verdade, essa vontade de colaborar já é uma coisa muito própria do torcedor do Garantido, principalmente do parintinense que está aqui no ano inteiro, que convive com o boi desde que nasceu, então, isso para nós é motivo de muita satisfação”, explicou Patrícia.

Ela disse que a paixão pelo Boi do Coração os  sensibilizou a colaborarem. “E esse é um momento ainda mais especial pela crise que o boi está enfrentando. Mas o Garantido já enfrentou uma crise há alguns anos quando alagou todo o balcão: nós estávamos lá, também, colaborando. Isso é uma coisa que vai além da necessidade. A colaboração do torcedor do Garantido é motivada pela paixão que nós temos pelo boi”, conta a empresária. 

Independente do montante doado, todo torcedor se sente um pouco participante, explica Patrícia Brelaz: “Só de qualquer torcedor ver o boi na arena, sentirá que colaborou também.  O boi não é só um produto turístico, ele envolve paixão e emoção”.

Claudinei Braga destaca que o boi é mais do que uma cultura: ele movimenta a economia do município. “É hora de todos darmos um pouquinho em prol de um todo. Seria uma catástrofe se o Festival Folclórico não fosse realizado este ano, em todos os sentidos, e não só o cultural, mas econômico, também. Acho que economicamente não vai ser muito bom, mas é o nome de Parintins e qualquer ajuda é importante”, analisa ele, que é sócio do boi há 21 anos.

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