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Parintins 2017
DIVERSÃO

Conheça os principais pontos turísticos da galera encarnada Parintins

Reportagem selecionou quatro locais para quem é Garantido de coração aproveitar a passagem pela ilha. 01/07/2017 às 12:29
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Bar do Papai é o reduto dos compositores do boi vermelho (Foto: Márcio Silva)
Lídia Ferreira

Parintins vai muito além do festival folclórico no Bumbódromo. A cidade amazonense têm várias opções para os viajantes, inclusive, roteiros turísticos para o turista  que já escolheu seu bumbá. O ACRITICA selecionou um destino essencial para duas galeras e outros quatro para quem é Garantido aproveitar a passagem pela ilha.

Seja vermelho ou contrário, uma parada obrigatória é a Catedral Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade. A igreja está localizada na área central da cidade, na avenida Amazonas. A paróquia é rodeada pela área comercial da ilha, com opções de bares e restaurantes.  

Outro ponto tradicional para quem é ou quer conhecer melhor o bumbá vermelho é conhecer a Cidade Garantido, complexo onde está localizada a sede da associação folclórica, os galpões onde são produzidas as alegorias e o Curral, onde ocorrem os ensaios e eventos ao longo do ano. O endereço é rodovia Odovaldo Novo. Um detalhe essencial é a proibição do uso da cor azul na área, especialmente no Curral.  Na semana de véspera do Festival, ocorrem diversos eventos no local. Decorado com temática vermelha e branca, o Curral possui uma sala de troféus onde o visitante pode tirar fotos. Próximo do chamado Curral oficial tem o chamado “Curralzinho”, localizado na Avenida Lindolfo Monteverde, bairro São José. Ele é o antigo centro de eventos do bumbá e ainda é há programações esporádicas. 

Na Rua Armando Prado, bairro São Benedito, às margens do rio,  uma escultura particular virou atração turística de maneira espontânea. Em frente à casa de Sandro Putnokai há uma réplica do Boi Garantido. Para agradar seus convidados e ao torcedores, o paulista colocou o boi na calçada, acessível para qualquer pessoa. Com tamanho, formato e cores iguais ao original, o boi de pano gira e permite que o visitante tire fotografias de vários ângulos. “Vem gente de todo lugar, de outros países também, só para tirar fotos aqui, principalmente no pôr do sol”, diz Valdeci Lopes,  vizinho de Sandro há 40 anos.

Pela ilha, barzinho passa longe de ser sinônimo de noite. Durante o festival, os mais tradicionais já abrem pela manhã, bem cedinho. É caso do Comuna, também nas margens do rio, que já está  aberto às 7h e não é para café da manhã. “Já abrimos com cerveja bem gelada e ficamos até o último cliente”, diz o gerente, Manuel Ferreira. O bar tradicionamente vermelho tem música ao vivo a partir das 15h. “Mas já tá misturando tudo, o pessoal do contrário vem e é bem recebido”.

Outro boteco de DNA vermelho, mas portas abertas ao azul, é o Bar do Papai. Localizado na Baixa do São José, ele é construído em palafitas sob o rio. É lá a fonte de inspiração dos principais compositores do bumbá vermelho e branco. “Não tem hora para abrir ou fechar. Se for alguém conhecido, de confiança, é só bater na porta que eu abro”, diz o dono,Raimundo Matos, que toma conta com a esposa, Maria Reis. Petiscos como conserva são servidos lá.

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