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Parintins 2017
Coreografias exigem

Entrega diária: torcedores e itens ensaiam dia e noite pelo boi Caprichoso

As surpresas estão guardadas a sete chaves, mas não a dedicação da parte cênica 22/06/2016 às 17:20
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Ensaio coreográfico de tribos do Caprichoso, no Curral Zeca Xibelão, costuma entrar pela noite e até madrugada (foto: Márcio Silva)
Paulo André Nunes Parintins (AM)

As coreografias que o Boi Caprichoso vai levar para o Bumbódromo nos dias 24, 25 e 26 prometem trazer novidades que estão guardadas a sete chaves. No entanto, uma coisa que está bem “às claras” é a dedicação diária dos dançarinos da associação folclórica.

Nos meses que antecederam o Festival, o Curral Zeca Xibelão e a própria Arena foram os locais escolhidos pelo Caprichoso para ensaiar as coreografias de setores como o tribal e lendas, que são esperados arduamente e que sempre causam uma surpresa na galera azul e branca.

“Nossos ensaios começaram há cerca de dois meses e são realizados de 17h até 2h todos os dias. É um ensaio bem cansativo, mas que no final de tudo vai dar  um resultado bem maravilhoso no Bumbódromo. Nós estamos só afinando as coreografias para chegar no Festival e ser bem executada”, disse Eric Beltrão, que integra a equipe de coreógrafos junto com Jair Almeida.

Com tribos, lendas e ritual, a cênica do Azul deve reunir em torno de 300 integrantes. A dançarina Cleiciane Pereira, que integra as tribos indígenas coreografadas do Azul, e que também compõe o corpo de dança Troupe Caprichoso, falou sobre a expectativa para o Festival.

 “Estamos mostrando a nossa cultura, as tribos... Nós nos ‘matamos’ pelo boi e queremos ganhar  no final. Estamos a mil e loucos para mostrar as coreografias para o público. Sabemos que vamos ganhar na Arena”, disse, confiante.

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