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Parintins 2017
Por onde anda?

Karla Thainá, Rainha do Folclore, vive fora do AM mas não perde a paixão pelo boi

Depois de brilhar no bumbá por quatro anos, ela se mudou para São Paulo, onde vive há 11 anos 22/06/2016 às 16:53
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Depois que deixou o bumbá, Karla foi para SP e teve um filho (foto: Arquivo Pessoal)
Jhonny Lima Parintins (AM)

A paixão pelo boi-bumbá começa cedo em Parintins, principalmente quando a “cunhantã”  tem o desejo de representar um dos itens individuais do Boi querido. Foi assim que aconteceu com Karla Thainá, que desde criança brincava de boi no Caprichoso e logo aos 15 anos defendeu item nº  8 (Rainha do Folclore), ficando no posto entre 2005 e 2008.

Há 11 ano ela mora com a família em São Paulo, mas reservou um espaço na sua agenda para prestigiar o 51º Festival Folclórico de Parintins. Ainda do aeroporto de Brasília, de onde Karla, o marido e o filho fizeram escala antes de chegarem em Manaus e seguiream para a Ilha Tupinambarana de barco, ela conversou com a equipe de A CRÍTICA, revelando algums momentos marcantes dessa trajetória inesquecível.

Da época em que esteve como Rainha do Folclore, Karla Thainá guarda boas recordações. “Eu era um item que gostava de estar com as pessoas, com os artistas, os torcedores. E eles tornaram meus amigos, gostava de ir para o galpão, levava lanche para quem fazia minhas alegorias e fantasias e ficava batendo papo com o pessoal”, recorda.

Mudanças

Pouco tempo depois de sair do Caprichoso, Karla Thainá se converteu ao protestantismo. “Lá eles me falaram que muita coisa era do ‘demônio’ e eu segui à risca os ensinamentos. Fiquei um período sem ir para o Festival. E quando fui, foi para fazer evangelismo. Não deixei de ler a Bíblia e nem a história das religiões. Entendi que a cultura da minha cidade é linda e estou com muita saudade de chegar  a Parintins, brincar de boi-bumbá e torcer para o meu Boi Caprichoso”, revelou.

Hoje, Karla se considera uma “simples” tocedora e volta a brincar de boi depois de alguns anos ausente. Ela ainda lembra com saudosismo da época em que defendia o Boi Caprichoso na Arena. “Eu me dedicava muito ao Caprichoso e me preparava. Gostava do que fazia e era extremamente apaixonada por ser a Rainha do Caprichoso”.

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