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Parintins 2017
Retomando a rotina

Torcedores de Garantido e Caprichoso voltam da Ilha após dias de festa

Até o fim do dia desta terça-feira, 52 voos agendados para retornar a Manaus. Mais de 10 mil pessoas devem voltar de barco para a capital até para a próxima sexta-feira (1º) 27/06/2016 às 21:10
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Apesar da crise econômica, Iris, Elton e Marcelo elogiaram o clima do festival. Foto: Winnetou Almeida
acritica.com* Manaus (AM)

Depois de curtirem a festa de Parintins é hora dos brincantes retornarem às cidades de origem. Boa parte irá passar pelo aeroporto e o porto de Manaus. São 52 voos agendados para retornar até esta terça-feira (28). Porém, muitos devem voltar nos barcos e lanchas. Conforme a Marinha do Brasil, mais de 10 mil pessoas saíram da capital por via fluvial, e o retorno está previsto para até para a próxima sexta-feira (1º).

Para boa parte dos que precisavam estar em Manaus nesta segunda-feira (27), a  opção foram os voos, que em até 45 minutos chegavam ao destino. Assim foi o caso do professor Marcelo Valente, 40, que há 16 anos não perde uma edição do festival.

Marcelo reside em Belém (PA), mas veio num dos primeiros voos para aproveitar um pouco da capital, pois retornava para a cidade onde mora na noite de segunda. Para o professor fiel do festival, nos últimos anos a festa tem crescido.

“A festa em si é linda, e a acolhida do parintinense é maravilhosa e continua a crescer e ter mais visão no País e até em outros países. Tudo bem que estamos passando por um período de crise, mas os dois bois deram toda garra para realizar esta edição do festival e isso foi importante”, comentou.

Para o fisioterapeuta Elton Araújo, 32, que retornou juntamente com Marcelo nas primeiras horas desta segunda, desta vez houve mais organização no aeroporto em Parintins. “Não tivemos nenhum problema. Os voos chegaram no horário previsto e o mesmo ocorreu no retorno. O festival  foi maravilhoso, porém senti falta da segurança pública nas ruas de Parintins. Talvez seja por causa da crise, mais segurança é essencial para esse tipo de evento e desta vez não se tinha”, disse.

Por causa do trabalho, a contadora Iris Ribeiro, 48, decidiu retornar nas primeiras horas desta segunda para Manaus. A contadora elogiou todo o esforço dos parintinenses para manter a tradição do festival em pé, mas acredita que pelo menos a prefeitura deveria ter reordenado alguns pontos turísticos, como a praça do Cristo.

Iris explicou que a praça nos últimos anos passou por reforma, mas agora estava totalmente deteriorada. “Gosto muito desta praça e fiquei completamente triste em ver aquele local esquecido. Claro que a prefeitura precisa monitorar esses lugares, mas os moradores precisam preservar, levando a consideração do número alto de turistas que a ilha recebe todos os anos nesse período do festival, fora que ainda vai chegar a festa da padroeira de Parintins, quando a cidade deve receber outros turistas”, explicou.

Operação segue nos rios

Até sexta-feira, a Marinha do Brasil segue com a operação Parintins 2016. São mais de 350 militares atuando na fiscalização das embarcações. Para ajudar na operação, a Marinha está utilizando um Navio de Assistência Hospitalar e três Navios-patrulhas Fluvial, duas aeronaves e 18 embarcações de Inspeção Naval da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental e das agências fluviais de Parintins e Itacoatiara.

Conforme a Marinha, até o dia 24 de junho, 10,7 mil  pessoas passaram pelos postos de fiscalização. Com destino a Parintins, 63 embarcações foram abordadas no Posto de Fiscalização no Encontro das Águas e duas retornaram ao Porto por não possuírem o PASSE.

Em números

10,7 mil

Pessoas saíram de Manaus com destino a Parintins por via fluvial. Conforme a Marinha do Brasil, sexta-feira é a previsão do retorno. Para garantir a segurança dos passageiros, a Marinha segue com as operações de fiscalização nos rios.

52

Voos estão agendados pelas operadoras de turismo, conforme a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), para retornarem de Parintins até Manaus. Movimento foi menor que em outros anos em função da crise.

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