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Parintins
MISSÃO

Marinheiros de primeira viagem: 'gringos' do Portal AC fazem saga de barco até Parintins

Únicos da equipe de fora de Manaus e que nunca visitaram a Ilha embarcaram na missão de mergulhar na cultura do Festival Folclórico 21/06/2018 às 22:50 - Atualizado em 22/06/2018 às 07:48
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Foto: Divulgação
Felipe Gramajo e Isabella Pina Parintins (AM)

Eu, Isabella, acordei às 5h dessa quarta-feira (20). Felipe, bem mais guerreiro, fazia plantão na TV A Crítica desde as 2h. Marcamos às 6h30 de partir rumo ao Porto de Manaus. O barco saía às 9h, mas jornalista é meio enrolado mesmo. Chegamos quase às 8h e fomos comprar suprimentos. Essa seria nossa primeira experiência de ir pelo Rio Amazonas até Parintins.

Nos instalamos na embarcação e tiramos uma longa caminhada até um supermercado para comprar suprimento. De salgadinho a travesseiro. A gente veio meio despreparado. Era a missão que nos foi dada. Embarcar numa jornada desconhecida. 

O barco zarpou. Entoado por famosos cantos dos Bois Garantido e Caprichoso. Conversamos com a tripulação, alguns viajantes que se amontoavam em redes espalhadas pelos três andares do barco e sentamos para apreciar a paisagem.

Cruzamos o encontro das águas, conhecemos fervorosos torcedores dos bumbás e nos impressionamos com a dedicação que seguir uma paixão folclórica impõe. Enquanto isso, acompanhávamos Uruguai x Arábia Saudita pela Copa do Mundo. Sim! Transmissão direto do Rio Amazonas.

Somos “gringos”. Ambos de São Paulo. Eu, com um pezinho de carioca. Nunca fomos ao festival histórico, muito menos fazíamos ideia da epopeia que começaria ali. Mas fomos.

Uma chuva torrencial inaugurou nossos primeiros quilômetros de barco. As pessoas riam da nossa inexperiência num barco tradicional. Nem banheiro a gente achava. Mais uma vez: essa foi a missão dada.

A partir de hoje demos início à nossa estreia no universo do boi-bumbá. De barco, meio perdidos, mas com o bom humor para encarar a cobertura pelo portal acritica.com. 

Chegamos lá às 3h40 madrugada de quinta-feira. A empolgação por conhecer a Ilha quase tomou o sono. Chegamos na casa alugada que ficaremos pelos próximos treze dias, deixamos as malas, e, lá pelas 4h e pouco fomos apreciar o Bumbódromo. Quanto à cidade, à noite, só deu para perceber ou é tudo vermelho, ou é tudo azul.  

O festival ainda demora um pouco. Só acontece no próximo final de semana. Mas o Portal A Crítica já está imerso no universo de Parintins. Ao longo desses dias, vamos mostrando um pouco do que é a “Ilha” para dois turistões – com T maiúsculo. E esse foi só o primeiro dia.

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