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Parintins
MISSÃO PARINTINS

Papo com pajé, fascínio pela cunhã-poranga e passinhos: nossa primeira vez no Caprichoso

Conhecemos a casa do Touro Negro e ficamos impressionados com a paixão e sincronia da torcida com o boi. Terceira noite de Parintins e mais uma experiência cumprida 23/06/2018 às 19:08 - Atualizado em 23/06/2018 às 19:09
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Isabella Pina e Felipe Gramajo Parintins (AM)

Eu e Felipe amanhecemos cedo na sexta-feira para assistir ao eletrizante jogo do Brasil - e eu espero que vocês tenham assistido nossa matéria. Fora isso, o resto do dia foi bem mais tranquilo. Até soneca tiramos. E confessamos. Mal sabíamos que a noite ia ser tão empolgante quanto o gol do Neymar aos 51 do segundo tempo.

Depois de muita enrolação, lá pelas 22h, saímos de casa e rumamos para a Curral Zeca Xibelão (tive dificuldade em aprender esse nome, então a gente chama de casa do Caprichoso mesmo). É lindo. O azul que toma conta vem em todos os tons e arrepia o som da marujada. Era o começo de mais uma noite em que decidimos nos aventurar.

Logo na entrada veio a empolgação com o passeio. Como tínhamos conhecido a casa do Garantido no dia anterior, era a vez de testar a fervorosidade do Touro Negro. E que energia! Felipe, coitado, estava meio doente. Mas, bastou uma boa toada para que ele subisse em cima de um tambor para pular.

As pessoas riam da nossa cara. Ensaiamos passos - sem o menor jeito para dançar boi -, subimos no palco, conversamos com o pajé e pulamos abraçados ao apresentador que cantava no meio da arena.

Chegamos à conclusão, ali pelo final da noite, que o que mais arrepia é a paixão que os "devotos" dedicam ao boi. É a entrega. É a cunhã-poranga que incorpora uma índia guerreira. É o orgulho de vestir o azul.

Noite boa de toadas e mais uma baita experiência em Parintins para a nossa conta. E ainda temos 10 dias. Haja imersão! 

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