Domingo, 09 de Agosto de 2020
RITUAL

Ritual indígena Toré Kalankó reúne simbologia xâmanica e danças

Em encenação, o Caprichoso representou o ritual Toré Kalankó, que expressou a comunhão da fé, que é até hoje uma tradição para os grupos afros descendentes



ritual_5536F96F-4EB0-414C-BB48-A6C27BACD04B.JPG (Foto: Jair Araújo)
29/06/2019 às 22:41

O Caprichoso apresentou o ritual indígena “Toré”, que reuniu a simbologia xâmanica, danças cerimoniais ao som da toada “Waia-Toré”. Como representação religiosa dos indígenas do Nordeste, o “Toré” transcende a condição de símbolo abstrato da representação religiosa para ganhar o reconhecimento da bandeira de luta e reconquista de identidade e espaço territorial, apagada pela unificação pós colonização dos índios da região.

Em encenação, o Caprichoso representou o ritual Toré Kalankó, que expressou a comunhão da fé, que é até hoje uma tradição para os grupos afros descendentes. O pajé Neto Simões figurou no ritual na grandiosa alegoria criada pelo artista Kennedy Prata.



O Caprichoso abriu a segunda noite do 54º Festival Folclórico de Parintins neste sábado (29), com uma grande homenagem as mátrias religiosas cristãs, negras e indígenas. “No Braseiro da Fé, Esperança é minha Luta” é o tema que o boi azulado desenvolve nesta noite.

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