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Parintins
PARA O MUNDO VER!

Tudo preparado para a transmissão do 53° Festival Folclórico de Parintins

São mais de 90 profissionais, divididos entre TV A Crítica, Rádio FM O Dia, Portal A Crítica, o aplicativo A Crítica Play e o jornal A Crítica, focados na disputa entre os bois Garantido e Caprichoso nas noites de 29 de junho e 1° de julho 28/06/2018 às 22:19 - Atualizado em 29/06/2018 às 11:10
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A TV Crítica está alinhada e pronta para transmitir ao vivo para o Amazonas, Brasil e o mundo a batalha dos bumbás Garantido e Caprichoso. Fotos: Márcio Silva
Rafael Seixas Parintins (AM)

A disputa entre os bumbás Garantido e Caprichoso começa somente na próxima sexta-feira (29) na Arena do Bumbódromo, mas tudo já está alinhado para a transmissão do maior espetáculo do Amazonas. A Rede Calderaro de Comunicação (RCC), responsável pela cobertura do Festival Folclórico de Parintins, está preparada para mostrar o que há de melhor da festa. São mais de 90 profissionais, divididos entre TV A Crítica, Rádio FM O Dia, Portal A Crítica, o aplicativo A Crítica Play e o caderno especial Parintins 2018, publicado pelo jornal A Crítica.  

A TV Crítica está alinhada e pronta para transmitir ao vivo para o Amazonas, Brasil e o mundo a batalha dos bumbás Garantido e Caprichoso, marcada para as noites de 29 de junho a 1° de julho. A transmissão começa na sexta-feira (29), às 21h; no sábado, às 19h30, com um aquecimento e transmissão de fato às 20h; e no domingo, último dia de festival, às 20h. É só ligar no canal 4.1 (TV aberta) ou 14 (Net). O boi-bumbá Caprichoso vai abrir e fechar o Festival Folclórico de Parintins 2018.

Parceria com TV Cultura

Para os demais estados brasileiros basta ficar de olho no canal 2.1 (TV Cultura) que, em parceria com TV A Crítica, entrega o sinal para mais de 2.100 municípios do País. Cerca 137 milhões de habitantes de 26 estados, além do Distrito Federal, poderão acompanhar os três dias de festa na Ilha Tupinambarana. O público de outros países pode verificar a disputa por meio do app Acrítica Play e pelo Portal A Crítica.

“Embora esteja tudo planejado há bastante tempo. Foram meses de preparação e planejamento técnico para colocar todas as peças no lugar, checar e rechecar até embarcar todos os equipamentos para Parintins. Agora, com todos testados, a transmissão está pronta, com a equipe afinada, experiente no festival e 100% amazonense. Agora a gente fica naquela ansiedade, contando os minutos, está chegando a hora”, declara Dissica Calderaro, vice-presidente da RCC.

“A gente entende a responsabilidade que é fazer uma transmissão que o amazonense espera. É um povo completamente alucinado por ambos os bois, seja o azul ou vermelho. Responsabilidade também de reafirmar a parceria com a TV Cultura e transmitir o festival para mais de 2.100 municípios onde a TV vai entregar esse sinal. Fora os nossos telespectadores de fora do País que vão acompanhar através do Acrítica Play. E outros parceiros que vão estar pegando o nosso sinal e transmitindo o festival para o mundo”, acrescentou Dissica, que também é diretor-presidente do Sistema A Crítica de Rádio e Televisão.

Equipamentos, apresentação e direção

São 16 câmeras – em drone, gruas e espalhadas por todo o Bumbódromo –, duas repórteres de Arena [Naiandra Amorim e Carolina Queiroz] e a apresentação fica a cargo de Ludimila Queiroz e Clayton Pascarelli. Os comentaristas do Garantido e Caprichoso são, respectivamente, Socorro Carvalho e Allan Rodrigues.

Estreando na apresentação do festival, Pascarelli está na Ilha e estudando bastante para fazer bonito na telinha. “Ainda bem que cheguei mais cedo. Participe de reunião com as diretorias dos bois e peguei materiais e conteúdos, e só venho me atualizando. Estou apreendendo bastante. Achei que já sabia de muita coisa, mas a gente descobre que não é bem assim (risos). Estou me debruçando para entender, principalmente, o glossário deles [Caprichoso e Garantido], a linguagem, de acordo com o tema deste ano. Isso que é grande negócio. Fora isso é complementar o trabalho desses profissionais [da TV A Crítica]. Nós aparecemos, mas tem todo um aparato nos bastidores inclusive com a alimentação de informações. A diretora fica no nosso ponto contribuindo sempre com informações porque ela entende o roteiro”, explica o jornalista.

À frente da cobertura, a diretora de programação e conteúdo da TV A Crítica, Gisele São Thiago, conta que toda a equipe, seja de operação, técnica e produção, trabalha muita alinhada e com isso todo o processo até a transmissão flui. “Dá muito trabalho? Dá. É uma loucura? É. A gente todos os anos tenta manter a mesma equipe. Poucas vezes mudamos. Mantemos a mesma justamente porque já sabem como funciona o trabalho”, explica a profissional.

Segundo a diretora, durante a transmissão ela faz o possível para não entrar com a equipe no meio das apresentações dos bumbás. “Só se estiver ocorrendo um fato muito importante que entramos na Arena. O telespectador que assistir ao espetáculo. Também colocamos na dose os comentários. No Carnaval tem que falar o tempo todo porque não tem Apresentador, assim como o Israel Paulain [Garantido] e o Edmundo Oran [Caprichoso]”.

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