Domingo, 20 de Outubro de 2019
Mais um desafio

Seleção de handebol feminino encara a Romênia nesta segunda-feira (8)

As brasileiras vão encontrar, nesta segunda-feira, a equipe foi o carrasco brasileiro no mundial, em 2015



uni_o.jpg Meninas do Brasil apostam na união para vencer as romenas (Foto: Reprodução Internet)
08/08/2016 às 09:40

A vitória na estreia da seleção brasileira de handebol contra a Noruega, no último sábado (6) foi a primeira em confrontos oficiais e além da moral de vencer as atuais campeãs olímpicas e mundiais, o triunfo serviu para esquecer completamente a eliminação para as norueguesas nas Olimpíadas de Londres, em 2012. Nesta segunda (8), às 15h40, na Arena do Futuro, dentro do Parque Olímpico, a equipe canarinho terá outro fantasma para espantar: a Romênia, carrasco do Brasil no Mundial do ano passado, na Dinamarca. Na ocasião, as romenas venceram por 25 a 22 colocando fim no sonho do bi campeonato mundial.

O jogo não é eliminatório, mas para ajudar a encaminhar a classificação para a segunda fase, o Brasil quer vencer as romenas diante de sua torcida. A vitória de sábado já foi esquecida. O Brasil irá estrear pela segunda vez. “O jogo contra a Noruega já era. É uma página virada. O próximo jogo é como uma estreia. E a nossa preparação pra esse jogo começa hoje (sábado). Terminou o jogo contra a Noruega, vamos começar a preparação para o jogo contra a Romênia”, disse a goleira Mayssa após a partida de sábado.



E a preparação inclui estudo. Muito estudo. A pesquisa é fundamental para entender como jogam as adversárias, que também vem de derrota contra a Angola por 19 a 23. “Nós temos que estudar os jogos, estudar como elas jogam, como que lançam a bola. Estudamos muito”, disse a arqueira.

Mas o estudo é teoria, na prática o que funciona, além do estudo, é a união do grupo. União que Mayssa revela que é um dos pontos fortes, principalmente na comunicação entre ela e as outras jogadoras da defesa brasileira. “O fundamental é a confiança das meninas da defesa. A confiança que elas passam para mim, que eu passo para elas e isso aí dá mais uma motivação. Isso vem delas. Me ajuda muito ali atrás”, contou.

Porém, como sempre tem aquela pessoa que é mais unida, a goleira destaca a cumplicidade que ela e Babi, outra goleira da seleção, têm.

“Isso ai não é de agora faz um tempo já. Isso vem de 2013 porque nós ficamos muito juntas. Conversávamos muito, estudamos juntas e nós acabamos ganhando o mundial naquele ano e isso foi crescendo. Então, nossa...a gente bem precisa falar. Às vezes é só no olhar e a gente já se entende. Acredito que nenhuma equipe aqui tem isso que a gente tem. Nosso time é muito unido desde 2013”, revelou

A cumplicidade pôde ser vista durante a partida contra a Noruega, quando no segundo tempo Mayssa substituiu Bárbara e fechou o gol na segunda etapa do jogo, o que garantiu a vitória brasileira e a goleira vai mais longe: o Brasil não tem uma, mas duas titulares nas traves. “A gente muito essa união. Se eu tiver bem e ela estiver em um bom dia ela entra, se ela estiver em um bom dia e eu não, eu entro. O que não pode é as duas estarem em um dia ruim juntas, mas isso não acontece porque nos entendemos”, concluiu.


Mais de Acritica.com

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.