Publicidade
Rio 2016
Vitória feminina

Seleção feminina de futebol venceu a China com folga

Em conversa com o CRAQUE, depois do jogo de estreia da seleção contra a China, a atacante Cristiane diz que esperava um jogo mais complicado 04/08/2016 às 12:47 - Atualizado em 04/08/2016 às 12:49
Show 00
(Foto: Roberto Castro/ Brasil2016)
Valter Cardoso Rio de Janeiro (RJ)

No ritmo dos aplausos da torcida brasileira, a seleção feminina de futebol venceu a China por 3 a 0 no Estádio Olímpico Nilton Santos, nesta quarta-feira (03) e deu o primeiro passo em direção a tão sonhada medalha de ouro.

Dominando o adversário por noventa minutos, o Brasil não foi incomodado pelas chinesas e venceu com autoridade. Após desperdiçar boas chances no começo da partida, zagueira Mônica abriu o placar para o Brasil aos 34 minutos do primeiro tempo após confusão na área japonesa. Na segunda etapa, Andressa Alves fez o segundo gol após bela jogada de Marta. No fim da partida, aos 44 do segundo tempo, Cristiane deu números finais a partida com gol de cabeça.

Aos olhos do torcedor a partida até pode ter parecido fácil. Das jogadoras, por incrível que pareça, também. “Nós tivemos uma outra impressão da China com os vídeos que tínhamos acompanhado. Era uma seleção que apresentava mais agressividade, muito mais toque de bola e a gente acabou aproveitando que elas abriram muito e deram espaço para a gente poder infiltrar e poder marcar os gols”, revelou Cristiane.

Olhando pra frente

Com a vitória, as meninas do Brasil assumem a primeira colocação do Grupo E, à frente da Suécia que tem os mesmos três pontos, mas saldo de apenas um gol. As duas seleções se enfrentam na próxima sexta-feira e já tem caráter decisivo.

“É uma seleção forte, que não pode dar bobeira. Elas têm muita força física e acho que elas vão usar muito isso, então acho que é procurar não dar bobeira e sair com a vitória para poder ir tranquilas para a terceira partida”, explicou Cristiane.

Acostumada a ser a principal arma do Brasil, Marta ganha ainda mais importância para a próxima partida, já que atua no Rosengard, time da Suécia. Mas a atleta desconversou sobre o papel de espiã.

“É lógico que uma ou outra informação a gente vai passar, mas dentro de campo é onze contra onze e não dá para fazer tudo sozinha”, explicou Marta.

Publicidade
Publicidade