Funcionários relatam pânico e versões diferentes sobre origem do fogo; Bombeiros atuam com reforço para conter chamas que podem ter destruído 300 veículos
(Foto: Paulo Bindá/ A Crítica)
Funcionários da empresa atingida pelo incêndio de grandes proporções no Distrito Industrial, nesta terça-feira (05), relataram momentos de pânico no início do sinistro. Até agora não há confirmação de feridos ou mortes; Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) intensifica o combate às chamas.
Enquanto os brigadistas e agentes dos Bombeiros dobram os esforços para conter o avanço do fogo, trabalhadores da Effa Motors tentam compreender como o incêndio começou na unidade da zona Leste de Manaus. Um desses funcionários, que não quis ser identificado, disse que tudo começou às 12h28, no setor de pintura.
(Foto: Paulo Bindá/ A Crítica)
Outro funcionário, que também não quis se identificar, apresentou outra versão. Ele informou que um curto circuito ocasionou a primeira centelha que teria, rapidamente, entrado em contato com produtos químicos e gerado o incêndio. Ele também confirmou que colegas foram acionados para conter o avanço das chamas, mas sem sucesso por causa da intensidade.
Mais de seis veículos do CBMAM já foram deslocados para o local, novas viaturas, como carro-pipa, ainda estão à caminho. Empresas ao redor são usadas como base de reabastecimento de água. Até agora não há registro de feridos ou mortos. Informações preliminares de trabalhadores indicam que cerca de 300 veículos foram atingidos pelo fogo.
Apesar de grandes proporções dentro da área da Effa, o fogo não atingiu a BVG Brasil Concentrados da Amazônia, empresa vizinha no terreno. O representante dela, identificado como George Couto, tranquilizou familiares e destacou que nenhum funcionário da BVG está ferido. Ele também destacou que os brigadistas da empresa ajudam no combate ao sinistro.