Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2019
Sim & Não

Aliados disputam preferência


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27/11/2019 às 07:58

A vinda do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a Manaus criou uma disputa entre aliados pela preferência do presidente. Os deputados federais Silas Câmara e Alberto Neto (Republicanos), Pablo Oliva (PSL) e o superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, receberam afagos políticos do presidente da República. Em jogo, o virtual comando no Amazonas da Aliança pelo Brasil (APB), partido lançado recentemente por Bolsonaro ao anunciar sua saída do PSL.

Pernoite   Silas Câmara saiu na frente, convencendo o presidente a participar de um culto evangélico na denominação liderada por sua família e a passar uma noite, que não estava na agenda inicial da viagem, em Manaus. O culto levou autoridades, como o governador Wilson Lima e o presidente da ALE-AM, Josué Neto, (para citar apenas dois de dezenas) ao auditório Canaã.

Elogios   Alfredo Menezes, que tem o mérito de ser o autor da proposta original para a vinda de Bolsonaro a Manaus – a participação do presidente na abertura da I Feira de Sustentabilidade do Polo Industrial de Manaus (fesPIM) – foi elogiado em entrevista concedida antes do embarque. “Está fazendo um trabalho excepcional. Gerando empregos”, disse Bolsonaro.

No avião   Pablo Oliva, presidente estadual do PSL, teve a oportunidade de conversar pela primeira vez com Bolsonaro desde a saída do presidente do partido ao ser convidado a integrar comitiva no avião presidencial. Na pauta, o futuro do PSL e o apoio para criação do partido Aliança pelo Brasil no Amazonas.

No avião 2   Alberto Neto também foi convidado a integrar a comitiva do avião presidencial e, a exemplo de Pablo Oliva, fez foto com o presidente na aeronave, e fez questão de exibir um vídeo no qual ficava evidente que seu assento era ao lado de Bolsonaro.

Ralho  Intimado em Brasília pelos irmãos Átila e Belarmino Lins, caciques locais de seu partido, o Progressistas, o deputado estadual Dermilson Chagas foi convidado a mudar de lado quanto ao Governo do Amazonas. Ferrenho opositor, o parlamentar recebeu o ultimato: muda de lado e passa a apoiar o governo ou vai enfrentar restrições no partido.

Bateu o pé   Dermilson avisou que nenhum ultimato vai fazê-lo mudar de postura. “Quem manda no meu mandato é o povo, então, não mudarei”, afirmou o parlamentar.

Notas Dermilson Chagas e Wilker Barreto (PHS) enviaram notas de esclarecimento à coluna acerca da nota publicada ontem  sobre a manutenção do contrato do Governo do Estado com o Instituto de Enfermagem em Terapia Intensiva (IETI) nas unidades de saúde do AM.

Razões Dermilson afirma que a empresa Manaós não cumpria um requisito básico e, por isso, foi impedida pelo Ministério Público de participar da licitação. Já Wilker ressaltou a falta de capacidade técnica da empresa.

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